4 erros comuns do inventário de bens patrimoniais
Close-up of businessman explaining a financial plan to colleagues at meeting

4 erros comuns do inventário de bens patrimoniais

O processo de inventário é uma das etapas mais importantes para gestão dos bens patrimoniais. Várias empresas deixam esse passo para a última hora e não dão a devida atenção que um inventário precisa, além de se tornar mais fácil cometer erros pela falta de planejamento, organização ou contratação de profissionais qualificados para o serviço.

Neste post, vamos te contar 4 erros comuns que você não deve cometer. Confira!

Importância do inventário

Antes de tudo, o que é um inventário? Bom, basicamente, inventário é um processo feito para identificar os bens patrimoniais de uma pessoa, empresa/organização ou família.

Independente da situação, é essencial ter um levantamento bem feito e de qualidade. Caso o grau de aderência do inventário não atinja pelo menos 85%, as auditorias têm o direito de invalidar todo o levantamento dos bens patrimoniais.

As consequências dos possíveis erros cometidos no processo da descrição detalhada do patrimônio, além de gerar problemas para o gestor do projeto, também promovem prejuízos financeiros para a empresa. Tudo isso se deve à dificuldade de avaliar um bem se não houver uma caracterização correta e adequada dele. além de fatores de apuração da correta depreciação, entre outros…

O que evitar no processo de inventário:

Alguns erros comuns do inventário de bens patrimoniais precisam ser evitados. Por isso, separamos uma lista com 4 situações:

1. A escolha errada da etiqueta ou plaqueta

As placas precisam ser confeccionadas em diferentes materiais para que haja uma diversidade de aplicações, de acordo com o local que será exposta. Assim, o material precisa resistir ao ambiente externo, seja por calor, umidade ou material de limpeza.

É comum ter dificuldades para fixar a plaqueta. O adesivo de identificação nem sempre é suficiente para garantir a firmeza do material a longo prazo, além de poder ser facilmente removida.

É comum ter dificuldades para fixar a plaqueta. O adesivo de identificação nem sempre é suficiente para garantir a firmeza do material a longo prazo, além de poder ser facilmente removida.

Os bens patrimoniais também precisam da identificação por meio de placas numéricas sequenciais e , para não serem duplicadas. Comumente as empresas usam etiquetas ou plaquetas de código de barras, mas o mercado tem adotado a inovação dos controles com o uso de , etiquetas com tecnologia RFID que proporciona por meio de frequência de rádio a para captura de dados, das informações do código de barras, dentre outras opções.

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2.  Emplaquetamento incorreto

Quando se trata de patrimônio de terceiros, a atenção deve ser redobrada para que esses bens que estão localizados na empresa não sejam emplaquetados incorretamente ou confundidos. Além disso, a falta de padronização de onde a plaqueta será aplicada pode acarretar retrabalhos e dificuldade de leituras futuras, como por exemplo, se colocarmos uma etiqueta na parte de trás de um armário alto, no ato de um novo inventário o armário precisaria ser afastado para permitir a leitura da mesma.

3. Falta de padrão

O modo prático de como são fixadas podem conter falhas. Se cada inventário estiver com placas em locais e formatos diferentes, além de prejudicar consideravelmente a estética, também irá interferir em uma futura revisão.

Para evitar deslizes, defina com antecedência quais padrões as descrições deverão seguir. É essencial que no início do projeto sejam mapeados todos os locais que devem ser emplaquetados, todos os tipos de bens que serão objeto de emplaquetamento, bem como a posição que deve ser afixada a plaqueta ou etiqueta. Assim, o processo evitará atrasos na conclusão do inventário e não deixará nada de fora.

4. Desorganização

A organização é primordial para construir um bom inventário. Um dos maiores motivos que torna essa cautela necessária é a possibilidade de gerar um levantamento incompleto, sem todas as exigências legais e escassez de coleta de informações.

Para resolver essa questão, sugerimos a admissão de um padrão de informação dos bens patrimoniais que devem ser coletados, como nome, marca, modelo, número de série, etc.

Dica bônus: bens patrimoniais CPCON

O Grupo CPCON é um ótimo auxílio para fugir de erros como esses que citamos acima. A CPCON é a maior empresa na área de Gestão e Avaliação Patrimonial do Brasil pelos seguintes motivos:

  • detém os maiores atestados de projetos
  • maior quantidade de itens já realizados em um único inventário
  • esteve à frente do maior projeto de inventário de ativos com uso de etiqueta RFID já realizado no Mundo
  • Em menos de 9 meses, elaborou um inventário de 10.931.570 itens, com foto, em mais de 3.779 cidades do Brasil, o que demonstra capacidade técnica, planejamento e gestão.

Presente no mercado há 25 anos, a CPCON já atendeu mais de 1300 clientes em projetos de diferentes tipos. O grupo é especializado em diversas áreas, como:

  • Gestão de ativos
  • Gestão Patrimonial
  • Gestão de Estoques
  • Soluções RFID
  • Avaliação para Fins de Garantia
  • Inventário de Ativos
  • Inventário de Estoques
  • Teste de Impairment
  • Revisão de Vida Útil
  • Avaliação para Fins de Seguro
  • Operações de M&A
  • Outsourcing de Gestão de Ativos
  • Conciliação Físico x Contábil e Revisão de Créditos de ICMS (CIAP), PIS, COFINS.

Por isso, a nossa dica bônus é a solução para evitar qualquer tipo de erro no seu processo de inventário para bens patrimoniais.

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