
Laudos técnicos especializados para reavaliação, impairment, seguros e M&A. Metodologias reconhecidas internacionalmente — CPC 46, IFRS 13, NBR 14.653 — para determinar o valor justo de ativos tangíveis e intangíveis.
A avaliação técnica de ativos é o processo de determinar o valor justo de mercado de bens patrimoniais — tangíveis e intangíveis — com base em metodologias reconhecidas internacionalmente e fundamentação técnica defensável.
No Brasil, o mercado de avaliação é regulado por normas como a NBR 14.653 (ABNT) para imóveis, o CPC 46 / IFRS 13 para mensuração a valor justo e o CPC 01 / IAS 36 para impairment — cada uma com requisitos específicos de metodologia e documentação.
Diferente da simples depreciação contábil, a avaliação técnica considera estado físico real, obsolescência tecnológica, condições de mercado e capacidade de geração de valor — resultando em laudos que refletem a realidade econômica do ativo.
O valor contábil (custo histórico menos depreciação) raramente reflete o valor econômico real. A avaliação técnica determina o valor justo — o preço em uma transação entre partes independentes e bem informadas.
O CPC 46 / IFRS 13 define 3 níveis: Nível 1 (preços de mercado observáveis), Nível 2 (dados observáveis indiretamente) e Nível 3 (premissas não observáveis). A maioria dos ativos industriais é Nível 3.
Nossos laudos seguem os padrões exigidos por Deloitte, PwC, KPMG e EY — com memória de cálculo completa, premissas documentadas e conclusões fundamentadas em normas vigentes.
Do MEI à multinacional — cada porte tem obrigações específicas de avaliação e mensuração de ativos
Muitas PMEs usam apenas a tabela RFB — erro que pode custar caro em seguros e crédito.
Empresas de médio porte em crescimento frequentemente precisam de laudos para captação junto a bancos de desenvolvimento (BNDES, BNB).
Empresas de grande porte auditadas por Big Four precisam de laudos de avaliação independentes para suportar os valores no balanço.
A CVM exige laudos de avaliação independentes em operações de fechamento de capital, incorporações e alienações de ativos relevantes.
Norma brasileira que regulamenta a avaliação de imóveis urbanos, rurais, empreendimentos e máquinas/equipamentos. Obrigatória para laudos de imóveis no Brasil.
Define valor justo como o preço de saída em uma transação ordenada entre participantes do mercado. Estabelece a hierarquia de 3 níveis para mensuração.
Exige que empresas testem anualmente se o valor contábil dos ativos é recuperável. Quando não é, deve ser reconhecida uma perda por impairment.
Cada tipo de ativo exige uma abordagem específica — a escolha errada da metodologia é um dos erros mais comuns e custosos
Máquinas, equipamentos, instalações industriais, imóveis especializados
Determina o custo de substituir o ativo por outro de capacidade equivalente, deduzindo depreciação física, obsolescência funcional e obsolescência econômica.
Metodologia mais utilizada no Brasil para avaliações de ativos fixos industriais e laudos para fins de seguro. Exigida pela SUSEP para seguros de grandes riscos.
Erros identificados em auditorias e revisões de laudos — com impacto direto no balanço, nos seguros e nos processos de M&A
O erro mais frequente no Brasil: confundir a taxa de depreciação fiscal (tabela RFB) com o valor econômico real do ativo. A tabela da Receita Federal define apenas o prazo de dedução fiscal — não reflete vida útil econômica, estado de conservação ou valor de mercado.
Ativos avaliados com desvio de 40–300% do valor real de mercado
Uma máquina CNC com 8 anos de uso pode estar 100% depreciada pela tabela RFB, mas valer R$ 800.000 no mercado secundário.
Avaliar apenas o estado físico do ativo sem considerar a obsolescência tecnológica (equipamento ultrapassado) e funcional (não atende mais às necessidades operacionais). Comum em avaliações de TI, automação e equipamentos médicos.
Superavaliação de ativos tecnológicos em 60–200%
Um servidor de dados adquirido por R$ 500.000 em 2018 pode ter valor de mercado próximo a zero em 2025 por obsolescência tecnológica.
Usar Custo de Reposição para ativos que deveriam ser avaliados por Fluxo de Caixa Descontado (como marcas e carteiras de clientes), ou usar Comparação de Mercado em ativos únicos sem comparáveis disponíveis.
Laudos contestados por auditores e órgãos reguladores
Avaliar a marca de uma empresa pelo custo de criação (design + registro) em vez do valor econômico gerado — pode subavaliar em 10x.
Avaliar imóveis industriais como se fossem imóveis comerciais genéricos, sem considerar especificidades como pé-direito, capacidade de carga do piso, sistemas de utilidades instalados e localização logística.
Subavaliação de 20–45% em imóveis industriais especializados
Um galpão logístico com piso de alta resistência, docas e sistema de sprinklers vale significativamente mais que um galpão padrão de mesma área.
Manter laudos de avaliação para fins de seguro desatualizados por anos, sem considerar inflação, valorização de mercado e melhorias realizadas. Em caso de sinistro, a seguradora paga com base no laudo — não no valor real.
Sub-seguro médio de 35–60% em empresas industriais brasileiras
Uma planta industrial avaliada em R$ 50 mi em 2019 pode valer R$ 90 mi em 2025 — o sub-seguro representa R$ 40 mi de exposição não coberta.
Em fusões e aquisições, muitas empresas brasileiras avaliam apenas os ativos tangíveis, ignorando intangíveis como marca, carteira de clientes, contratos de longo prazo e tecnologia proprietária — que frequentemente representam 40–70% do valor real.
Subavaliação de 40–70% do valor real em empresas de serviços e tecnologia
Uma empresa de software com receita recorrente de R$ 10 mi/ano pode ter valor de mercado de R$ 50–80 mi — muito além do valor dos ativos físicos.
Expertise técnica em avaliação de ativos tangíveis e intangíveis para todos os setores da economia
De multinacionais a empresas de médio porte — nossos laudos são aceitos por auditores Big Four, seguradoras e órgãos reguladores

Avaliação Patrimonial Completa — Todas as Unidades do Grupo no Brasil
"O Grupo J.Macedo, um dos maiores produtores de farinhas e massas do Brasil, contratou a CPCON para realizar a avaliação patrimonial completa de todas as suas unidades industriais distribuídas pelo país. O projeto envolveu a avaliação de máquinas, equipamentos, instalações industriais, silos, moinhos e infraestrutura de todas as plantas do grupo, com emissão de laudos técnicos individuais por unidade e consolidado do grupo."
Avaliação para Fins de Seguro — Uma das Maiores Empresas de Alumínio do Mundo
"A Hydro, gigante norueguesa do alumínio com operações em mais de 40 países e uma das maiores produtoras de alumínio do mundo, contratou a CPCON para realizar a avaliação de seus ativos industriais no Brasil para fins de seguro. O projeto envolveu a avaliação de plantas de extrusão, laminação e fundição de alumínio, com determinação do Valor de Reposição a Novo (VRN) e do Valor de Mercado em Uso para adequação das apólices de seguro."


Avaliação do Patrimônio Líquido das Empresas do Grupo
"O Grupo Paramount S/A, grupo empresarial do setor têxtil, contratou a CPCON para realizar a avaliação do patrimônio líquido das empresas do grupo. O projeto envolveu a determinação do valor justo dos ativos líquidos de cada empresa do grupo, com avaliação de ativos tangíveis (máquinas, imóveis, estoques) e intangíveis (marcas, carteiras de clientes), para fins de reestruturação societária e planejamento estratégico."

Avaliação de Ativos Intangíveis
Avaliação de ativos intangíveis da Unimed Uberlândia, incluindo a marca, carteira de beneficiários, contratos com prestadores de serviços médicos e relacionamentos com médicos cooperados. Projeto realizado para fins de reestruturação societária e planejamento estratégico da cooperativa.

Avaliação de Ativos Intangíveis
Avaliação de ativos intangíveis da Veolia S/A no Brasil, líder mundial em serviços ambientais (água, resíduos e energia). O projeto envolveu a avaliação de contratos de concessão, relacionamentos com clientes municipais e tecnologia proprietária de tratamento de água e resíduos para fins de combinação de negócios (CPC 15 / IFRS 3).
Além dos projetos destacados, a CPCON emitiu mais de 450 laudos técnicos de avaliação para multinacionais, empresas de médio porte e organizações dos mais diversos setores — todos aceitos por auditores externos, seguradoras e órgãos reguladores.
Laudos para subsidiárias brasileiras de grupos internacionais — aceitos pela matriz e auditores globais
Avaliações para captação de crédito, M&A, seguros e reestruturação societária
Laudos periciais aceitos em processos judiciais, arbitragens e dissolução societária
Processo rigoroso em 6 etapas para garantir laudos precisos, defensáveis e aceitos por auditores
Definição da finalidade do laudo (seguro, M&A, contábil, judicial), identificação dos ativos a avaliar e escolha da metodologia adequada para cada tipo de ativo.
Vistoria técnica in loco com engenheiros especializados — avaliação do estado de conservação, obsolescência física e funcional, e coleta de dados técnicos.
Levantamento de preços de reposição, transações comparáveis, cotações de fornecedores e dados de mercado secundário para fundamentar os valores apurados.
Aplicação das metodologias selecionadas com memória de cálculo completa — depreciação física, obsolescência funcional e econômica, e ajustes de mercado.
Redação do laudo técnico com fundamentação normativa (CPC 46, NBR 14.653, IFRS 13), premissas documentadas, memória de cálculo e conclusões.
Revisão técnica independente por engenheiro sênior, validação das premissas e entrega do laudo assinado com ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).
Nossa equipe de engenheiros e especialistas em avaliação está pronta para emitir laudos técnicos para fins contábeis, seguros, M&A ou processos judiciais.