
Tecnologia RFID: Tudo o Que Você Precisa Saber
Descubra como a tecnologia RFID funciona, quais são os tipos de tags e frequências disponíveis e como ela pode revolucionar a gestão de ativos da sua empresa.
Wendell Jeveaux
CEO CPCON
Conteúdo técnico especializado sobre inventário de ativos, RFID, controle patrimonial e conformidade contábil. Experiência de 30 anos de história e 4.500 projetos realizados transformada em conhecimento prático.
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Descubra como a tecnologia RFID funciona, quais são os tipos de tags e frequências disponíveis e como ela pode revolucionar a gestão de ativos da sua empresa.
Wendell Jeveaux
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SOC 2 virou pedágio comercial: SaaS, BPOs, fintechs e qualquer empresa brasileira que processa dados de clientes americanos ou globais mais cedo ou mais tarde recebe o questionário de due diligence perguntando "vocês têm SOC 2?". E quando o exame começa, uma das primeiras solicitações do auditor é o inventário de ativos — porque sem ele não há como delimitar o sistema examinado nem testar os controles de acesso, movimentação e descarte. Este guia mostra onde a gestão de ativos entra nos Trust Services Criteria, as evidências tipicamente solicitadas e a diferença prática entre Type I e Type II.
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Em toda empresa existe um segundo parque de TI: o monitor comprado pelo departamento com verba própria, o SaaS assinado no cartão corporativo, o roteador instalado pela filial, o notebook pessoal que acessa o ERP. Estimativas de mercado (Gartner) apontam que 30% a 40% do gasto de TI em grandes empresas ocorre fora do controle formal do departamento de tecnologia. Esse inventário invisível concentra risco de segurança, licenciamento, LGPD e distorção do imobilizado — e não aparece em ferramenta de discovery. Este guia mostra como trazê-lo à luz e como conviver com BYOD sem perder o controle.
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Descubra como a integração entre RFID e IoT permite uma gestão inteligente de ativos com monitoramento contínuo, sensores e manutenção preditiva.
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Placas de identificação patrimonial são os elementos físicos que vinculam cada ativo da empresa a um código único no sistema de gestão. Da etiqueta de alumínio gravada a laser à tag RFID UHF que permite leitura à distância, cada tecnologia tem custo, durabilidade e ROI próprios. Este guia detalha as opções disponíveis no mercado brasileiro, mostra como projetar um sistema de identificação aderente ao CPC 27 e à Reforma Tributária, e apresenta cálculos reais de ROI baseados em casos industriais de implantação.
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A NBR 14653-2 é a parte específica da norma ABNT 14653 que trata da avaliação de imóveis urbanos. Define os métodos aplicáveis (comparativo direto de dados de mercado, evolutivo, renda, involutivo), os graus de fundamentação (I, II, III) e precisão (I, II, III), e os requisitos mínimos do laudo técnico. É a referência obrigatória para perícias judiciais, garantias bancárias, M&A, auditoria patrimonial e reavaliações contábeis envolvendo imóveis residenciais, comerciais ou industriais no Brasil.
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Programas de adequação à LGPD costumam mapear sistemas e processos — e esquecer o substrato físico onde os dados pessoais de fato residem: servidores, notebooks, discos externos, fitas de backup, impressoras multifuncionais com disco rígido, equipamentos legados e máquinas descartadas sem sanitização. O registro das operações de tratamento (art. 37) e as medidas de segurança (art. 46) só são defensáveis quando o mapa de dados está ancorado num mapa de ativos confiável. Este guia mostra como ligar as duas pontas — e onde mora o risco que quase ninguém inventaria: o ativo baixado.
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Conheça os diferentes tipos de leitores RFID (UHF, HF, LF), entenda como funcionam os leitores RFID portáteis vs fixos vs portais, e veja a comparação de 5 modelos disponíveis no mercado brasileiro para projetos de gestão patrimonial.
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Escolher o leitor RFID errado é a causa silenciosa do fracasso de muitos projetos: leituras perdidas, alcance insuficiente ou um equipamento que não conversa com o sistema. Este guia de compra mostra os tipos de leitores RFID, os critérios técnicos que realmente importam e como especificar o modelo certo para inventário, controle de acesso e rastreamento de ativos.
Wendell Jeveaux
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A avaliação de imóveis raramente é uma estimativa isolada de mercado: na vida das empresas, ela é o insumo que sustenta o valor justo no balanço, o teste de impairment, a reavaliação de ativos, uma operação de fusão ou cisão e a garantia bancária. Este guia trata a avaliação patrimonial de imóveis sob a ótica contábil e societária — o que é, quando o laudo é exigido, quais métodos existem e como eles se traduzem em números nas demonstrações financeiras.
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![ITAM: Guia Completo de Gestão de Ativos de TI [2026]](/images/solucao-inventario-ti-financeiro-clean-2026.webp)
ITAM (IT Asset Management, ou gestão de ativos de TI) é a disciplina que controla o ciclo de vida completo de hardware, software e serviços de tecnologia — da aquisição ao descarte — para reduzir custo, risco e surpresa de auditoria. Este guia completo explica os pilares do ITAM (HAM, SAM e nuvem), o ciclo de vida do ativo, a diferença entre ferramenta, processo e verdade física, o ROI esperado, as métricas que importam e um plano de 90 dias para começar.
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O controle A.5.9 do Anexo A da ISO/IEC 27001:2022 exige que a organização desenvolva e mantenha um inventário de informações e outros ativos associados, com responsáveis (owners) definidos. Na auditoria de certificação, é um dos controles mais cobrados — e mais reprovados: o auditor seleciona ativos da lista e pede para vê-los fisicamente, e seleciona ativos da sala e pede para encontrá-los na lista. Este guia explica o que a norma exige, como montar e manter o inventário, por que o discovery lógico sozinho não passa e o que preparar antes da auditoria.
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Uma transportadora com 300 caminhões tem em média R$ 2 a R$ 4 milhões em peças de reposição espalhadas por múltiplos pátios, e não sabe exatamente o que tem onde. O resultado: compra duplicada, peça certa faltando na hora certa, e caminhão parado 18 horas à espera de um item que está no outro pátio. MRO descontrolado é dinheiro parado virando custo.
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Empresa que não sabe exatamente o que tem em estoque está operando no escuro. Paga impostos sobre lucro que não teve, compra o que já tem e perde vendas por ruptura de produtos que estão no sistema mas não existem fisicamente. O inventário de estoque não é burocracia, é o único teste de realidade do estoque.
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O inventário de bens patrimoniais públicos é obrigação legal e base para a transparência fiscal. Entenda as exigências da NBC TSP, a metodologia correta e os desafios mais comuns enfrentados por órgãos públicos brasileiros.
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Etiqueta RFID é o componente que transforma a gestão de ativos e estoque: identifica centenas de itens por segundo, sem contato visual. Entenda os tipos, como funciona, quanto custa e como escolher a tag RFID certa para o seu projeto.
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CMDB (Configuration Management Database) é o banco de dados que registra os itens de configuração do ambiente de TI e os relacionamentos entre eles. Ele é a fundação do ITIL 4 — e também uma das bases que mais degradam em silêncio: registros criados na compra e nunca mais conferidos com o mundo físico viram uma ficção bem formatada. Este guia explica o que é o CMDB, para que ele serve, a diferença para inventário de ativos e discovery, por que ele se descola da realidade e como a conciliação física devolve a confiança à base.
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Todo notebook, servidor e switch vive duas vidas ao mesmo tempo: a operacional, que interessa à TI, e a contábil, que interessa ao CFO. Quando as duas se descolam — equipamento sucateado que segue depreciando, parque trocado sem baixa, descarte sem certificado —, o balanço mente e o risco fiscal cresce. Este guia percorre o ciclo de vida do ativo de TI da compra ao descarte, com o reflexo contábil de cada fase: vida útil real vs fiscal, depreciação, baixa, LGPD e e-waste.
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Avaliar imóveis corporativos vai além de uma estimativa de mercado — exige metodologia rigorosa, laudo técnico assinado por engenheiro habilitado e conformidade com a NBR 14653. Laudos inadequados geram contingências fiscais e podem impugnar operações de crédito imobiliário.
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![Tipos de Inventário: Físico, Rotativo, Cíclico e com RFID [2026]](/images/art-tipos-inventario-hero-ia-2026.webp)
Inventário não é tarefa única — é família de processos contábeis e operacionais com objetivos distintos. Conhecer cada tipo de inventário (físico, rotativo/cíclico, anual, ABC, contábil, MRO, hospitalar, intermitente, permanente, parcial) e a camada de tecnologia RFID permite à empresa escolher o método certo para cada classe de ativo ou estoque, reduzir custos de contagem e aumentar a acurácia dos saldos contábeis.
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A Tabela Ross-Heidecke é o padrão técnico brasileiro para calcular a depreciação física de construções em laudos de avaliação imobiliária (NBR 14653). Ela cruza duas variáveis — a idade percentual da edificação (método Ross) e o estado de conservação (escala Heidecke, estados 1 a 5) — e devolve o percentual de depreciação a aplicar sobre o valor de reedificação. Este guia traz a tabela completa, a fórmula, uma calculadora interativa, o passo a passo de aplicação com três exemplos numéricos e a integração com o laudo de avaliação patrimonial.
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O plano de contas referencial da Receita Federal é o classificador oficial que padroniza receitas, despesas, ativos e passivos na escrituração contábil-fiscal via SPED — informado na ECD 2026 (ano-calendário 2025, prazo 30/06/2026) e obrigatório na ECF (prazo 31/07/2026). Em 2026, com a Reforma Tributária do Consumo entrando em produção, o Plano Referencial passa por revisão para acomodar a transição IBS/CBS. Este guia explica como funciona o mapeamento na ECD e na ECF, o que muda, o que permanece, e o que empresas do Lucro Real precisam ajustar em seus planos de contas internos.
Wendell Jeveaux
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A Receita Federal aplica em 2026 taxa anual de depreciação de 10% (vida útil 10 anos) para máquinas e equipamentos industriais, conforme RIR/2018 art. 323 — com coeficientes 1,5x para dois turnos e 2,0x para três turnos. A CPCON, em 21 anos e mais de 4.500 projetos de inventário de ativo fixo, identifica que 38% das empresas auditadas aplicam taxa indevida em máquinas usadas (sem laudo CREA), gerando glosa fiscal. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica taxas, métodos de cálculo aceitos e como evitar autuação.
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![CPC 26 (R1): Resumo da Apresentação das Demonstrações + PDF [2026]](/images/art-cpc26-hero-ia-2026.webp)
O CPC 26 (R1) estabelece a base normativa para a apresentação das demonstrações contábeis no Brasil. Convergente com a IAS 1 do IASB, define o conjunto completo de demonstrações exigidas (BP, DRE, DRA, DMPL, DFC, notas explicativas), os princípios de continuidade e competência, e os requisitos de materialidade, comparabilidade e divulgação que sustentam um relatório financeiro sem ressalvas.
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![CPC 00 (R2): Resumo da Estrutura Conceitual + PDF e Exemplos [2026]](/images/art-cpc00r2-hero-ia-2026.webp)
O CPC 00 (R2) é o pronunciamento técnico do Comitê de Pronunciamentos Contábeis publicado em dezembro de 2019, em revisão ao CPC 00 R1 (2011), que estabelece a estrutura conceitual para relatório contábil-financeiro no Brasil — convergente com o IFRS Conceptual Framework do IASB (2018). Organizado em 8 capítulos, define objetivo, características qualitativas, elementos das demonstrações financeiras, reconhecimento, desreconhecimento, bases de mensuração e conceito de capital. A CPCON, em 21 anos e mais de 4.500 projetos de adequação contábil ao CPC 27, 28, 46 e 01, apoia empresas na aplicação prática do CPC 00. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica capítulos, mudanças vs R1 e impacto na gestão patrimonial.
Wendell Jeveaux
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Cada operação com bem do ativo imobilizado — compra, venda, transferência, devolução, remessa para conserto ou comodato — tem um CFOP próprio na NF-e. Este guia reúne a tabela completa dos CFOPs do imobilizado, explica por que esses códigos são diferentes dos de mercadoria, detalha a tributação (não-incidência de ICMS na venda do bem de uso, PIS/COFINS, ganho de capital) e mostra quando usar cada código. É o hub que organiza o cluster — para o passo a passo de cada operação, indicamos o guia específico.
Wendell Jeveaux
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CFOP 5551 é o código fiscal usado em notas de venda de bens do ativo imobilizado dentro do mesmo estado. Não incide ICMS, PIS/COFINS no regime cumulativo, e exige baixa contábil correta do ativo. O erro mais comum não é o código — é configurar tributação errada no ERP ou esquecer da baixa.
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O CPC 27 (item 6) define valor residual como o montante líquido que a entidade espera obter na venda do ativo no final da vida útil, deduzidos os custos de venda — e item 51 exige revisão anual obrigatória. A CPCON, em 21 anos e mais de 4.500 laudos de avaliação patrimonial, observa que 70% das empresas brasileiras aplicam valor residual zero sem fundamento técnico, distorcendo a despesa de depreciação em até R$ 666 mil/ano em portfólios de R$ 50 milhões em frota pesada. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica definição, métodos de cálculo (mercado, custo de reposição depreciado, FCD) e revisão obrigatória.
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O valor mínimo para capitalização de ativo imobilizado é uma decisão de política contábil que impacta balanço, resultado e tributos. Entenda os critérios do CPC 27, veja faixas praticadas no mercado e saiba como definir o threshold ideal para sua empresa.
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O agronegócio brasileiro é líder mundial em diversas culturas, mas ainda perde bilhões por falta de rastreabilidade no campo. RFID para máquinas, insumos em silos, animais e implementos, com cases reais e métricas de redução de perdas em usinas de cana, pecuária e grãos.
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Um hotel de 200 apartamentos com 4 enxovais completos por unidade tem aproximadamente 12.000 peças circulando entre quartos, lavanderia e almoxarifado. Sem controle, 20 a 30% dessas peças desaparecem por ano, toalhas guardadas em malas, roupões usados como pijamas em casa, lençóis descartados por engano. O RFID transforma esse caos em ciclo fechado: cada peça entra, circula e retorna rastreada. E o mesmo sistema que protege o enxoval abre espaço para o day use, serviço que pode gerar R$ 80 a R$ 200 mil por mês de receita incremental para hotéis urbanos.
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Plano de contas é a coluna vertebral da contabilidade de qualquer empresa — define a estrutura de classificação dos eventos econômicos e financeiros nos cinco grandes grupos contábeis (ativo, passivo, patrimônio líquido, receita, despesa). Um plano bem desenhado vira ferramenta de gestão e compliance; mal desenhado vira fonte permanente de retrabalho fiscal. Este guia explica como estruturar o plano de contas, mostra modelo Excel completo, aborda integração com SPED ECD/ECF e antecipa ajustes necessários para a Reforma Tributária 2026-2033.
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Uma planilha de inventário patrimonial em Excel é o jeito mais rápido de começar a controlar os ativos da empresa sem gastar nada: basta uma estrutura com os campos certos (código de tombamento, descrição, localização, responsável, valor de aquisição, vida útil e depreciação) e disciplina para manter o arquivo atualizado. Neste guia, Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, mostra quais colunas todo controle patrimonial precisa ter, como usar a planilha passo a passo, como ela atende também ao inventário de TI e, com honestidade, em que momento a planilha deixa de dar conta e o caminho natural passa a ser um sistema dedicado.
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PIS e COFINS na venda de ativo imobilizado dependem do regime tributário e da habitualidade. No regime cumulativo (Lucro Presumido típico), a receita de venda de imobilizado está fora da base de cálculo. No regime não-cumulativo (Lucro Real), há previsão legal de exclusão da receita financeira da venda, mas exige análise dos créditos tomados na aquisição e do tratamento contábil aplicado. O risco fiscal aumenta quando a empresa pratica venda habitual e a Receita reclassifica a operação.
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Patrimônio líquido é o que sobra para os sócios depois que a empresa quita todas as suas obrigações — a diferença entre tudo o que ela tem (ativo) e tudo o que ela deve (passivo). É a terceira grande coluna do balanço patrimonial, ao lado do ativo e do passivo, e o melhor termômetro da riqueza própria e da saúde financeira de um negócio. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica neste guia o que é patrimônio líquido, sua composição (capital social, reservas, lucros ou prejuízos acumulados e ajustes de avaliação patrimonial), como calculá-lo (Ativo − Passivo), a equação patrimonial, o patrimônio líquido negativo (passivo a descoberto), a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) e a relação do PL com a saúde financeira da empresa.
Wendell Jeveaux
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O Passivo Não Circulante (PNC), também chamado de "Exigível a Longo Prazo", agrupa todas as obrigações da empresa cujo vencimento ultrapassa 12 meses ou o ciclo operacional normal. O CPC 26 (R1) define os critérios de classificação que separam um financiamento "circulante" (vencimento próximo, pressão sobre o caixa de curto prazo) de um "não circulante" (estrutura permanente de capital). Para análise financeira, valuation e decisões de crédito, entender o PNC é decisivo: ele revela o perfil de endividamento, a maturidade da dívida e a capacidade da empresa de financiar projetos de longo prazo sem comprometer a operação.
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Passivo é tudo aquilo que a empresa deve — as obrigações que ela terá de pagar ou liquidar no futuro, fruto de fatos já ocorridos. Ao lado do ativo (o que a empresa tem) e do patrimônio líquido (o que sobra para os sócios), o passivo é uma das três grandes colunas do balanço patrimonial. Confundir o que é passivo, classificá-lo errado entre circulante e não circulante ou deixar de reconhecer uma provisão distorce as demonstrações financeiras e abre flanco em auditoria. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica neste guia o que é passivo, os tipos (circulante e não circulante), exemplos práticos, a diferença entre ativo e passivo, a equação patrimonial e o tratamento de provisões e passivos contingentes pelo CPC 25.
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Leasing — em português, arrendamento mercantil — é o contrato pelo qual uma empresa (a arrendadora) cede a outra (a arrendatária) o direito de usar um bem por um prazo determinado, mediante pagamentos periódicos, geralmente com opção de compra ao final. É uma das formas mais usadas para uma empresa operar máquinas, veículos, equipamentos de TI e imóveis sem imobilizar o caixa na compra à vista. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica neste guia o que é leasing, como funciona, os tipos (financeiro e operacional), as diferenças para financiamento e aluguel, o que é VRG, o tratamento contábil sob o CPC 06 (R2) / IFRS 16 — que hoje leva quase todo leasing para o balanço como ativo de direito de uso — a tributação e por que o controle dos ativos arrendados é parte essencial da gestão patrimonial.
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A NBR 14653-3 é a norma específica da ABNT para avaliação de imóveis rurais — terras, fazendas, sítios, propriedades agrícolas e pecuárias. Estabelece metodologia técnica, classes de avaliação, métodos comparativo direto e de capitalização da renda, tratamento de benfeitorias produtivas e improdutivas. Aplicável a laudos para garantias bancárias, desapropriações, partilhas, IPTU rural (ITR), inventários e operações de M&A no agronegócio.
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Entenda as exigências da NBC TG 1001 para pequenas e médias empresas e como implementar controle patrimonial simplificado, em conformidade com as normas do CFC.
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Layout é a disposição planejada de elementos em um espaço ou interface — pessoas, máquinas, mercadorias, mobiliário ou componentes visuais — com o objetivo de otimizar fluxo, produtividade e experiência. Da fábrica ao site, do armazém ao escritório, o layout certo reduz custos, acelera processos e elimina desperdícios invisíveis.
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Explore como sensores IoT integrados ao RFID permitem rastreamento em tempo real, manutenção preditiva e redução significativa de perdas operacionais em ambientes industriais.
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Inventário patrimonial é o levantamento físico de todos os bens de uma empresa, confrontado com o registro contábil para apurar o que realmente existe, onde está e quanto vale. Este guia reúne o conceito, as etapas de execução, os métodos (manual, código de barras e RFID), as normas aplicáveis (CPC 27 e NBC TG 27), os erros mais comuns e o diferencial de quem executa há três décadas.
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Inventário patrimonial é o levantamento físico, a identificação única e a conciliação contábil dos bens que formam o ativo imobilizado da empresa — máquinas, equipamentos, móveis, veículos, edificações e instalações. É a base de demonstrações financeiras confiáveis, da depreciação correta, das baixas regulares e da conformidade com o CPC 27 / NBC TG 27. Diferente do inventário de estoque (CPC 16), o inventário patrimonial trata do ativo de longa duração e sustenta auditoria, SPED e CIAP. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, reúne neste pilar o conceito, os objetivos, os métodos (RFID e plaqueamento), as etapas, a conciliação físico-contábil, as normas, a decisão de terceirizar vs. interno e a planilha técnica.
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Seca, queda de commodity, surto sanitário, mudança de zoneamento agroclimático: no agronegócio, os gatilhos de impairment são mais imprevisíveis e mais violentos do que em qualquer outro setor. Entender como o CPC 01, o CPC 29 e o CPC 27 interagem no teste de recuperabilidade de ativos agrícolas é o que diferencia o produtor que sobrevive à crise do que vai a leilão.
Wendell Jeveaux
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Goodwill — em português, ágio por rentabilidade futura — é o valor que uma empresa paga acima do valor justo do patrimônio líquido de outra numa aquisição. Ele não nasce isolado: surge quando um negócio compra outro e desembolsa mais do que a soma dos ativos identificáveis menos os passivos, na expectativa de sinergias, marca, carteira de clientes e capacidade de gerar lucros futuros. Reconhecer, mensurar e testar o goodwill corretamente afeta o balanço, o resultado e o valuation de qualquer grupo que cresce por aquisições. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica o que é goodwill e ágio, a diferença entre ágio por rentabilidade futura e mais-valia de ativos, como ele é reconhecido em uma combinação de negócios (CPC 15 / IFRS 3), a mensuração via PPA, por que o goodwill não é amortizado mas sim testado por impairment (CPC 01), a distinção entre goodwill e intangível identificável e o tratamento fiscal do ágio no Brasil.
Wendell Jeveaux
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Há quatro empresas principais especializadas em inventário de ativos fixos no Brasil em 2026: CPCON Group, Nomus, Afixcode e RRK Soluções Patrimoniais. Cada uma atende perfis distintos de cliente — desde ERP industrial completo (Nomus) até compliance contábil multinacional (CPCON). Este comparativo neutro reúne dados públicos dos quatro fornecedores e oferece um framework decisório por perfil de empresa.
Wendell Jeveaux
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A Demonstração do Valor Adicionado (DVA) é a demonstração contábil que mostra quanta riqueza a empresa gerou em um período e como essa riqueza foi distribuída entre todos os que ajudaram a produzi-la: empregados, governo, financiadores e sócios. Mais do que medir o lucro de um único stakeholder, a DVA traduz a contribuição social e econômica do negócio. Obrigatória para as companhias abertas desde a Lei 11.638/2007 (que alterou o art. 176 da Lei 6.404/1976) e disciplinada pelo CPC 09, ela é um dos instrumentos centrais da contabilidade social. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica neste guia o que é a DVA, para que serve, quem é obrigado a elaborá-la, sua estrutura em duas partes (geração e distribuição da riqueza), como elaborá-la passo a passo com exemplo numérico, a diferença entre DVA e DRE e os principais indicadores derivados dela.
Wendell Jeveaux
CEO CPCON

Depreciação é o reconhecimento contábil da perda de valor de um ativo ao longo da sua vida útil. Este guia reúne o conceito, a diferença entre depreciação contábil e fiscal, todos os métodos de cálculo com exemplos numéricos, as taxas da Receita Federal e uma calculadora interativa.
Wendell Jeveaux
CEO CPCON

O CMV é o principal componente da demonstração de resultado e o indicador mais direto da eficiência operacional de uma empresa comercial ou industrial. Um erro de 1% no CMV de uma varejista com R$ 5 bilhões de receita representa R$ 50 milhões de impacto na margem bruta, com efeito em cascata no EBITDA, no IRPJ e no CSLL.
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O CPC 28 regula o tratamento contábil das propriedades para investimento no Brasil, alinhado à IAS 40. Conheça os critérios de classificação, os modelos de mensuração e as exigências de divulgação que impactam diretamente o balanço patrimonial.
Wendell Jeveaux
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Guia completo do CPC 27 — Ativo Imobilizado (equivalente brasileiro do IAS 16). Reconhecimento, mensuração inicial e subsequente, depreciação por componentes, revisão de vida útil, valor justo, impairment, baixa e disclosure nas notas explicativas. Norma aplicada estrategicamente revela o custo real de manutenção de cada ativo complexo, embasa decisões de venda ou substituição e fortalece a credibilidade perante investidores. Pillar de referência da CPCON para a aplicação técnica do CPC 27.
Wendell Jeveaux
CEO CPCON

O CPC 27 é o pronunciamento que rege o ativo imobilizado no Brasil — alinhado à IAS 16 internacional. Entenda os critérios de reconhecimento, mensuração pelo custo ou valor justo, depreciação por componentes e o que as notas explicativas precisam divulgar para evitar ressalvas de auditoria.
Wendell Jeveaux
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O ativo intangível é o recurso sem substância física — marca, patente, software, licença, carteira de clientes — que muitas vezes responde por boa parte do valor de uma empresa, mas que só entra no balanço quando atende a critérios contábeis rigorosos. Reconhecer, mensurar e amortizar intangíveis corretamente afeta diretamente o lucro líquido, o EBITDA, o ativo total e o valuation do negócio. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica neste guia o que é ativo intangível, exemplos práticos por categoria, os critérios de reconhecimento e a mensuração segundo o CPC 04 (R1) / IAS 38, a diferença entre vida útil definida e indefinida, a amortização, o teste de impairment, a distinção entre goodwill e intangível identificável e entre intangível e imobilizado.
Wendell Jeveaux
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O CPC 03 (R2) é o pronunciamento técnico que padroniza a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) no Brasil. Convergente com a IAS 7 do IASB, organiza as movimentações de caixa em três atividades — operacional, investimento e financiamento — e oferece dois métodos de apresentação (direto e indireto). É demonstração obrigatória para companhias abertas e sociedades de grande porte (Lei 11.638/2007), e ferramenta crítica de análise de liquidez, sustentabilidade operacional e geração de caixa livre.
Wendell Jeveaux
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![Controle de Estoque: Como Fazer, Métodos e Cálculo [2026]](/images/art-ctrl-estoque-hero-01.webp)
Acurácia de estoque abaixo de 95% é sintoma de processo quebrado, não de falta de mão de obra. O controle de estoque eficaz começa com a escolha do método correto para cada tipo de operação e evolui para automação que mantém a acurácia acima de 99% sem parar a operação.
Wendell Jeveaux
CEO CPCON

A depreciação contábil é o mecanismo que distribui o custo de um ativo ao longo de sua vida útil. Dominar os métodos de cálculo, as taxas da Receita Federal e as exigências do CPC 27 é essencial para demonstrações financeiras fidedignas.
Wendell Jeveaux
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Conciliação patrimonial é o processo de igualar três visões do mesmo ativo: o que existe fisicamente, o que está registrado na contabilidade e o que consta na base fiscal. Quando essas três visões divergem — e quase sempre divergem —, a empresa convive com ativos fantasmas, depreciação sobre bens inexistentes e risco de ressalva de auditoria. Este guia explica por que as divergências surgem, como conduzir a conciliação passo a passo e como o inventário físico e o RFID sustentam todo o processo.
Wendell Jeveaux
CEO CPCON

Compliance é estar em conformidade — agir de acordo com leis, normas, regulamentos e políticas internas, e ter os controles que comprovem isso. O termo virou sinônimo de programa de integridade corporativa, mas seu campo mais concreto e mensurável para uma empresa é o compliance contábil, fiscal e patrimonial: cumprir os pronunciamentos do CPC, fechar as obrigações do SPED sem inconsistências, refletir o patrimônio real no balanço e ter registros auditáveis dos próprios ativos. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica neste guia o que é compliance, seu significado, os pilares de um programa de conformidade, o compliance contábil-fiscal e patrimonial, os riscos da não conformidade, a relação com auditoria e controles internos, e por que um inventário confiável e o controle patrimonial são a base material sobre a qual a conformidade da empresa se sustenta.
Wendell Jeveaux
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A venda de bens do ativo imobilizado exige CFOP específico conforme o destino do comprador: 5551 quando vendedor e comprador estão na mesma UF (intraestadual), 6551 quando em estados diferentes (interestadual), 7551 quando o comprador é estrangeiro (exportação) — tabela CONFAZ vigente desde 1999, todos com não-incidência de ICMS por força da LC 87/96 art. 3º. A CPCON, em 21 anos e mais de 4.500 projetos de inventário e adequação contábil-fiscal de ativo imobilizado, identifica erro de CFOP ou tratamento contábil-fiscal em mais de um terço das auditorias executadas. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica os 3 CFOPs corretos por destino + 5 erros que geram autuação.
Wendell Jeveaux
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CAPEX e OPEX são as duas grandes categorias de gasto de qualquer empresa — e a forma como cada desembolso é classificado entre elas muda o resultado, o EBITDA, o imposto a pagar e a leitura que investidores e auditores fazem da companhia. Confundir CAPEX (investimento em ativos de longa duração que se capitaliza no balanço) com OPEX (despesa operacional reconhecida no resultado do período) distorce indicadores e abre flanco em auditoria. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica neste guia o que é CAPEX, o que é OPEX, as diferenças práticas, exemplos por categoria, o tratamento contábil sob o CPC 27, o impacto na depreciação e no fluxo de caixa, e por que a decisão CAPEX vs OPEX começa num controle patrimonial confiável.
Wendell Jeveaux
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Benfeitorias são obras ou melhoramentos realizados em um imóvel após sua aquisição, classificadas em três categorias pelo Código Civil — necessárias, úteis e voluptuárias. A correta identificação dessas categorias tem impacto direto em três frentes da gestão patrimonial: contabilização (CPC 27 e ativo imobilizado), tributação (depreciação, créditos IBS/CBS pós-Reforma Tributária) e direito de indenização entre locador/locatário. Este guia explica cada tipo com exemplos práticos, mostra como contabilizar em imóvel próprio e de terceiros, e indica quando uma avaliação técnica pela NBR 14653 é necessária.
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Pesquisa original CPCON com dados agregados anonimizados de mais de 4.500 projetos executados entre 2022 e 2026 no Brasil. Apresenta ticket médio, prazo de fechamento, taxa de conversão por tipo de serviço, motivos de perda e tendências de adoção de RFID. Documentação metodológica completa e dataset agregado disponível para mídia.
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Avaliação patrimonial — ou valuation de ativos — é o processo técnico de determinar quanto valem os bens de uma empresa: imobilizado, intangíveis, estoques ou o negócio como um todo. Não é um arredondamento contábil: é a base de uma fusão, de uma apólice de seguro corretamente dimensionada, de um balanço a valor justo (CPC 46 / IFRS 13) e de uma decisão de investimento. Este guia reúne o que é a avaliação patrimonial, os três métodos consagrados (custo, mercado e renda), o conceito de valor justo, a estrutura de um laudo de avaliação, quando a avaliação é exigida por lei ou por terceiros, a diferença entre avaliação e reavaliação contábil e as normas aplicáveis no Brasil. Por Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP.
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O CPC 46 (IFRS 13) define valor justo como o preço de saída em transação ordenada entre participantes do mercado na data de mensuração, organizado em hierarquia de três níveis: Nível 1 (preços cotados em mercados ativos), Nível 2 (inputs observáveis ajustados) e Nível 3 (inputs não observáveis). A CPCON, com 21 anos de operação e mais de 4.500 laudos de avaliação patrimonial NBR 14653 aceitos por Big Four (PwC, Deloitte, EY, KPMG), CVM e bancos, executa CPC 27, CPC 28, Purchase Price Allocation (PPA) e laudos para M&A, IPO e crédito. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, explica métodos, hierarquia e impacto financeiro.
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Ativos tangíveis são bens com existência física controlados pela empresa, capazes de gerar benefícios econômicos futuros. Subdividem-se em imobilizado (CPC 27), propriedades para investimento (CPC 28), estoques (CPC 16) e ativos biológicos (CPC 29). A classificação correta determina mensuração, depreciação, impairment e divulgação contábil — e tem impacto direto em IRPJ, CSLL, CIAP e na futura tributação IBS/CBS. Este guia técnico cobre o tratamento contábil completo.
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Marca, patente, software, licença, goodwill: o ativo intangível é o que dá valor à empresa sem ter forma física — e, em negócios de tecnologia, serviços e marcas fortes, pode valer mais do que todas as máquinas e prédios somados. Este guia responde de forma direta o que é ativo intangível, mostra exemplos por categoria, explica os critérios de reconhecimento, a amortização (a "depreciação" do intangível) e a diferença prática entre intangível e imobilizado. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, traduz o CPC 04 / IAS 38 em decisões claras de classificação.
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Ativo imobilizado mal classificado não é apenas erro contábil — é passivo fiscal, distorção de resultado e ponto de ressalva de auditor. Entender o conceito do CPC 27, os critérios de reconhecimento e mensuração, as regras de depreciação, valor residual e vida útil, a componentização, o tratamento de melhorias vs. manutenções, a baixa por alienação e o CFOP correto da venda é a base para demonstrações financeiras confiáveis e conformidade plena. Andre Gonçalves, sócio CPCON e contador registrado CRC-SP, reúne neste guia o conceito completo, exemplos práticos e o elo entre a contabilidade e o controle patrimonial físico.
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O Ajuste de Avaliação Patrimonial (AAP) é a contrapartida no patrimônio líquido das variações de valor justo de ativos e passivos. Saber quando e como contabilizá-lo é essencial para demonstrações financeiras em conformidade com as normas CPC.
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Controle patrimonial não é apenas afixar plaquetas em bens. É o sistema que conecta o mundo físico dos ativos ao registro contábil da empresa, gerando dados para depreciação correta, planejamento de CAPEX e conformidade com auditores. Guia completo do básico ao estratégico.
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Como garantir que o controle de ativos fixos esteja em conformidade com as exigências do SPED Fiscal e evitar inconsistências que geram autuações e ressalvas em auditorias.
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A integração entre RFID e WMS está redefinindo a logística de armazéns. Saiba como essa combinação elimina erros de inventário, acelera processos de picking e expedição, e oferece visibilidade total das operações em tempo real.
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Descubra como a implementação de RFID pode reduzir drasticamente o tempo de inventário e aumentar a precisão no controle de ativos fixos, com base em projetos reais conduzidos pelo Grupo CPCON.
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Um carro de Fórmula 1 tem mais de 80.000 componentes. Cada peça tem um número de série, um histórico de tensões acumuladas, uma vida útil em km e um número de ciclos de temperatura. Perder o controle de uma única peça pode custar uma corrida — ou uma vida. O RFID é a tecnologia que torna esse controle possível. E o que a F1 aprendeu com necessidade, a sua empresa pode aprender por escolha.
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Obras de construção civil acumulam perdas de 8% a 15% do orçamento por furto, desvio e má gestão de materiais e equipamentos. Em projetos de R$ 100 milhões, isso representa até R$ 15 milhões perdidos — dinheiro suficiente para modernizar toda a operação. O RFID muda esse cenário com rastreamento em tempo real que funciona mesmo em ambientes metálicos adversos.
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Um clube de futebol da Série A movimenta, por temporada, mais de R$ 3 milhões em uniformes, equipamentos de treinamento, material médico e tecnologia de análise. Sem controle adequado, 15 a 25% desse patrimônio some sem rastreabilidade, seja por empréstimos não devolvidos, extravios em viagens ou saída com ex-atletas. O RFID transforma esse caos em controle total, identificando onde está cada peça, quem a usou e por quanto tempo.
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A racionalização de ativos é o processo sistemático de avaliar, otimizar e realocar os bens patrimoniais de uma organização para eliminar desperdícios, reduzir custos operacionais e maximizar o retorno sobre o capital investido em ativos.
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A avaliação patrimonial exige compreensão clara dos diferentes tipos de ativos e dos métodos de valoração aplicáveis a cada um. De tangíveis a intangíveis, de financeiros a biológicos, cada categoria possui normas, técnicas e desafios próprios que impactam diretamente o valor apurado.
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Em uma planta industrial com 200 veículos circulando por dia, entre próprios, terceirizados e fornecedores, controlar quem entra, quando entra e para onde vai sem automação é impossível. O Portal RFID veicular transforma essa complexidade em dados precisos: cada veículo identificado em milissegundos, sem filas, sem papel e sem intervenção humana.
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Bens patrimoniais são todos os recursos econômicos controlados por uma organização que geram benefícios futuros. Classificá-los corretamente é o primeiro passo para uma gestão patrimonial eficiente, em conformidade contábil e com impacto direto no balanço patrimonial.
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Ativos fixos são bens de longa duração utilizados nas operações da empresa e que não se destinam à venda. Compreender o que são, como classificá-los e como controlá-los é fundamental para uma contabilidade precisa e uma gestão operacional eficiente.
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Falta de planejamento, etiquetagem incorreta, ausência de conciliação contábil e depreciação ignorada. Esses quatro erros comprometem a confiabilidade do inventário patrimonial e geram riscos fiscais e operacionais.
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Implementar RFID UHF em ativos fixos pode reduzir o tempo de inventário em 80-90% e elevar a acurácia para acima de 99%. Mas só com três pré-condições: padronização EPC seguindo GS1, integração real com ERP e processo redesenhado. Este guia cobre as decisões técnicas, o passo-a-passo de implantação e os erros que destroem o retorno.
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Gestão patrimonial e avaliação patrimonial são conceitos frequentemente confundidos, mas representam processos distintos com objetivos complementares. Compreender suas diferenças é essencial para estruturar um controle de ativos eficiente e tomar decisões financeiras fundamentadas.
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Estoque mal gerenciado é capital imobilizado sem retorno. Excesso gera custo de armazenagem e obsolescência; falta gera ruptura e perda de vendas. As empresas que dominam a gestão de estoque transformam esse passivo operacional em vantagem competitiva, com técnicas comprovadas e tecnologia que automatiza o que antes exigia tempo e mão de obra.
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O controle patrimonial é o alicerce invisível da gestão contábil. Quando mal estruturado, compromete a depreciação, distorce o balanço patrimonial, gera ressalvas de auditoria e expõe a empresa a riscos fiscais. Quando bem implementado, transforma a contabilidade em ferramenta estratégica de decisão.
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Em uma startup de tecnologia de R$ 500 milhões de valuation, os ativos físicos valem R$ 3 milhões. Os R$ 497 milhões restantes são intangíveis, marca, base de clientes, algoritmos, cultura organizacional. Reconhecer, mensurar e proteger esses ativos não é apenas conformidade contábil: é governança do que realmente cria valor.
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O Fluxo de Caixa Descontado é o único método de valuation que pergunta o que realmente importa: quanto caixa esse ativo vai gerar no futuro, trazido a valor presente pela taxa de risco adequada? É a base de toda negociação de M&A séria, de todo laudo de impairment robusto e de todo investimento de capital bem fundamentado.
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A extinção da isenção de importação para compras de até US$ 50 reconfigurou o campo de jogo competitivo do varejo brasileiro. Mas o impacto vai além da precificação, ele se estende até a gestão de estoque, o cálculo do CMV, o controle de ativos e o planejamento financeiro de médio prazo.
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O RFID já é realidade em grandes operações brasileiras. Varejo, saúde, logística e energia adotaram a tecnologia com resultados mensuráveis em acurácia, produtividade e redução de perdas.
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O CPC 27 não é apenas uma norma contábil sobre registro de ativos — é um framework que, quando aplicado estrategicamente, transforma o controle de ativos imobilizados em vantagem competitiva. Da revisão de vida útil à componentização, cada requisito do pronunciamento tem implicações práticas que vão além da contabilidade.
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O CPC 06 (R2), convergente com a IFRS 16, mudou a forma como praticamente todo contrato de leasing — incluindo aluguéis de imóveis, frota e equipamentos — é refletido no balanço. A regra acabou com a distinção entre leasing operacional e financeiro pelo arrendatário e exige reconhecimento de ativo de direito de uso e passivo de arrendamento para a maioria dos contratos.
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Análise detalhada de como empresas industriais recuperam o investimento em RFID para controle de ferramentas em menos de 1 ano, com metodologia e KPIs comprovados.
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![CFOP 6551: Venda Interestadual de Ativo — O Que É [2026]](/images/art-cfop-6551-ia-2026.webp)
CFOP 6551 é o código fiscal aplicado à venda de bens do ativo imobilizado quando o comprador está em outra unidade da federação. Não incide ICMS, não há DIFAL nem Substituição Tributária, mas existem armadilhas técnicas na configuração da NF-e que continuam gerando rejeições de SEFAZ em 2026. Este guia cobre quando usar, diferenças vs 5551, exemplos numéricos e obrigações acessórias por estado.
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Rede nacional de varejo de pneus (312 lojas em 18 estados, 561.600 unidades em estoque) gastava 18 horas-homem por loja em inventário mensal com código de barras, com acurácia de apenas 87%. A CPCON desenvolveu, com fornecedor especializado, tag RFID UHF ON-RUBBER customizada para o substrato borracha-negro de fumo. Resultados: tempo de inventário reduzido em 83%, acurácia subiu para 99,4%, stockout não detectado caiu de 8% para 0,7%. ROI 211% em 5 anos, payback 19 meses.
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Centro hospitalar geriátrico enfrentava acidentes recorrentes em escadas, acessos não autorizados a áreas de risco biológico e demora superior a 40 minutos para localizar pacientes ausentes do quarto. A CPCON implementou malha de 47 antenas UHF integradas com 8 catracas de acesso e pulseiras RFID ativas. Resultados consolidados em 12 meses: -87% acidentes em escadas, -94% acessos não autorizados, localização de paciente em 90 segundos (antes 42 minutos), zero contaminação cruzada. Payback em 14 meses com investimento de R$ 740.000.
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Distribuidor industrial de peças de reposição mecânica e elétrica (armazém de 14.000 m², 47.000 SKUs distintos) consumia 96 dias-pessoa por trimestre em inventário rotativo com código de barras, com acurácia média de 91%. A CPCON implementou 12 coletores RFID UHF Zebra MC3300xR integrados ao WMS via WiFi 6 em 3 modalidades complementares (rotativo diário, mensal completo, auditoria trimestral). Resultados: -90% dias-pessoa, acurácia 99,1%, fechamento contábil reduzido em 71%. ROI 374% em 5 anos.
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Conheça os bastidores do projeto que transformou o controle de ativos da Luxottica com RFID, reduzindo o tempo de inventário de 30 dias para apenas 4 dias.
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Um laudo de avaliação inadequado não apenas atrasa uma concessão, pode inviabilizá-la completamente. No Programa de Parcerias de Investimentos, a avaliação patrimonial de imóveis públicos é o alicerce técnico de todo o processo licitatório. Quando esse alicerce está comprometido, o contrato de concessão fica exposto a questionamentos do TCU, do CGU e de potenciais concessionários.
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A avaliação imobiliária vai muito além de estimar o preço de mercado de um imóvel. Quando integrada ao controle patrimonial, ela se torna uma ferramenta estratégica para garantir a fidedignidade das demonstrações financeiras, a conformidade normativa e a tomada de decisões sobre compra, venda e reavaliação de ativos imobiliários.
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Ativos tangíveis são a espinha dorsal operacional de qualquer empresa — os bens físicos que permitem produzir, vender e entregar. Gerenciá-los mal significa depreciar o que não existe, segurar pelo valor errado, pagar imposto sobre lucro fictício e tomar decisões de CAPEX sem base real. Gerenciá-los bem é uma vantagem competitiva que poucos exploram.
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Empresas do Lucro Presumido têm regras específicas de depreciação de ativos fixos — e a Reforma Tributária (EC 132/2023 e LC 214/2025) traz mudanças relevantes para esse regime. Com a entrada do IBS/CBS a partir de 2027, a base depreciável, o aproveitamento de créditos e o controle patrimonial precisam ser revistos. Este guia técnico explica as regras atuais, os impactos da transição e o que sua empresa precisa fazer antes de 2027.
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Máquinas e equipamentos parados custam caro, em produção perdida, manutenção emergencial e depreciação acelerada. Veja como RFID e manutenção preditiva antecipam falhas, e como um inventário técnico confiável sustenta decisões de CAPEX, seguros e planejamento de overhaul.
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Veículos representam uma das maiores frações do ativo imobilizado em empresas de logística, saúde e construção civil. A gestão inadequada de frota gera depreciação incorreta, manutenção reativa e custos ocultos que corroem o patrimônio — e a CPCON mostra como reverter esse quadro.
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Guia prático para identificar ativos fantasmas — bens inexistentes registrados na contabilidade — e entender o impacto fiscal e patrimonial de não corrigi-los.
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O ativo não circulante reúne os bens e direitos da empresa que não serão convertidos em caixa nos próximos 12 meses — geralmente, a parcela mais relevante do balanço de uma empresa industrial, imobiliária ou de infraestrutura. Classificar corretamente cada item entre Realizável a Longo Prazo, Investimentos, Imobilizado e Intangível é a base para demonstrações financeiras corretas, análise de solvência confiável e adequação a CPCs específicos.
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Ativo e passivo são as duas faces do balanço patrimonial — e a forma como sua empresa classifica e mensura cada item determina a confiabilidade das demonstrações financeiras. Entender a equação patrimonial (Ativo = Passivo + Patrimônio Líquido), a classificação por circulante e não circulante, e os critérios do CPC 26 e da Lei 6.404 é essencial para conformidade contábil e decisões de gestão.
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Gestor que decide comprar um sistema RFID sem entender antenas comete o erro mais caro da implantação. Este guia explica de forma prática como funcionam as antenas UHF, a diferença entre tags passivas e ativas, interferências e como escolher a configuração certa para cada ambiente.
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A vida útil de um ativo fixo não é um dado imutável — ela deve ser revisada ao menos uma vez por ano, conforme exige o CPC 27 (IAS 16). Quando as condições de uso, tecnologia ou mercado mudam, manter a vida útil original pode distorcer o balanço, inflar ou deflacionar a despesa de depreciação e gerar inconsistências em auditorias. Este guia técnico explica como revisar, justificar e registrar alterações na vida útil de ativos fixos com segurança contábil e fiscal.
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A reavaliação patrimonial de ativos tangíveis foi proibida no Brasil em 2007, mas o conceito permanece relevante no contexto do CPC 27 e da IAS 16. Entenda a legislação, as alternativas vigentes e como a CPCON realiza avaliações patrimoniais a valor justo.
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Entenda como o RTLS (Sistema de Localização em Tempo Real) baseado em RFID permite rastrear ativos continuamente em hospitais, fábricas e armazéns.
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NFS-e errada não é só multa, é retrabalho contábil, glosas em contratos corporativos e risco de responsabilidade solidária do tomador de serviço. Entender o que vai na nota, quando o ISS é retido e como registrar o serviço no ativo do tomador é o que diferencia gestão fiscal proativa de apagamento de incêndio.
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A escolha do método de depreciação tem impacto material no lucro contábil, na tributação e nos indicadores financeiros. O CPC 27 permite três métodos principais (linear, soma dos dígitos, unidades produzidas), enquanto a Receita Federal estabelece taxas próprias com possibilidade de aceleração em casos específicos. Este guia explica cada método com fórmulas, exemplos numéricos, critérios de escolha e o tratamento das diferenças entre depreciação contábil e fiscal no LALUR/ECF.
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Um transformador de 50 MVA com prazo de entrega de 18 meses parado na subestação por falta de um disjuntor de R$ 12 mil que estava no almoxarifado da filial a 80 km de distância, mas ninguém sabia. No setor elétrico, MRO descontrolado não é só custo: é DEC (Duração Equivalente de Interrupção) que vira multa da ANEEL.
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Inventário para fins de manutenção é diferente do inventário patrimonial — embora trate dos mesmos bens físicos, foca em hierarquia funcional, peças de reposição (MRO), histórico de ordens de serviço e indicadores como MTBF e OEE. Este guia mostra como estruturar um inventário pronto para CMMS (Computerized Maintenance Management System) seguindo os padrões americanos consolidados pela SMRP, ISO 14224 e ISO 55000, com referências a sistemas como IBM Maximo, SAP PM, Infor EAM e Fiix.
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Hospitais concentram um dos patrimônios mais complexos: equipamentos de alto custo, movimentação constante entre alas, convivência de bens próprios, locados e em comodato, e regulação rigorosa da ANVISA. Veja como o RFID resolve cada um desses desafios sem interferir na assistência ao paciente.
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Impairment é o reconhecimento contábil de que um ativo vale menos do que seu valor registrado no balanço. Este é o guia completo de impairment de ativos no Brasil: o que é, quando aplicar o teste de recuperabilidade, como calcular o valor recuperável (VJLV e Valor em Uso), como definir a UGC, qual taxa de desconto usar (WACC pré-tax), exemplos práticos com números, divulgação em notas explicativas e diferenças entre CPC 01 e IAS 36. Pillar canonical em impairment para o portal CPCON — substitui e consolida os artigos secundários sobre o tema.
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Um tomógrafo de 128 canais adquirido por R$ 4,2 mi em 2018 está com valor contábil de R$ 2,8 mi em 2026, mas o mercado de equipamentos usados avalia o equipamento em R$ 800 mil porque já existem tomógrafos de 256 canais que fazem o exame em metade do tempo. Se esse gap não aparece no balanço, é impairment não reconhecido. E impairment não reconhecido é o tipo de problema que auditores encontram, e que gestores precisam encontrar primeiro.
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Este artigo foca em como o impairment se materializa no balanço patrimonial e nas demonstrações financeiras: conta retificadora, redução do PL, lançamentos contábeis, divulgação exigida em notas explicativas e implicações fiscais (IRPJ/CSLL). Para o guia completo de impairment — metodologia do teste, cálculo de valor recuperável, UGC e WACC pré-tax — ver Impairment de Ativos: Teste de Recuperabilidade (CPC 01 / IAS 36).
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Com a Reforma Tributária, o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) substituem gradualmente o ICMS, PIS e COFINS. Para empresas com ativos fixos, isso representa uma mudança profunda na forma de calcular, registrar e apropriar créditos tributários. Este guia técnico explica passo a passo como sua empresa pode calcular e aproveitar ao máximo os créditos de IBS e CBS sobre ativos imobilizados.
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A escalada tarifária entre EUA e Brasil criou um cenário de incerteza que vai muito além do comércio exterior. Empresas que dependem de equipamentos importados, que têm contratos denominados em dólar ou que precisam repor ativos com componentes vindos de fora enfrentam pressão simultânea de câmbio, custo de reposição e revisão de CAPEX. A resposta começa com uma base patrimonial sólida e bem documentada.
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Empresas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica operam com ativos de altíssimo valor, vida útil de décadas e regulação rigorosa da ANEEL. Gestão inadequada gera contingências regulatórias, impacta tarifas e compromete o retorno de concessões inteiras.
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Na indústria alimentícia, falha em ativo de produção não é apenas problema operacional, é risco de recall, autuação da ANVISA e dano irreversível à marca. Veja como gestão de ativos com RFID garante rastreabilidade, manutenção preventiva e conformidade com BPF em um único sistema.
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Gestão de ativos não é apenas registrar bens, é garantir que cada item do patrimônio gere valor e não se torne fonte de risco. Saiba como a CPCON une RFID, inventário físico avançado e conciliação contábil para transformar dados em inteligência patrimonial.
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O agronegócio brasileiro movimenta R$ 2,4 trilhões ao ano e opera com frotas gigantescas distribuídas em milhões de hectares. A ausência de gestão de ativos nesse cenário gera perdas de produtividade invisíveis, manutenção reativa e depreciação incorreta que corroem a margem. Veja como o RFID e sistemas integrados mudam esse jogo no campo.
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A Reforma Tributária (EC 132/2023 e LC 214/2025) altera profundamente as regras de depreciação acelerada para fins de IRPJ e CSLL. Com a extinção gradual do ICMS, PIS e COFINS e a entrada do IBS/CBS, a base depreciável dos ativos fixos muda — e com ela, o planejamento tributário das empresas. Este guia técnico explica os impactos, os cálculos e o que sua empresa precisa fazer antes de 2027.
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O CPC 07 disciplina o reconhecimento contábil de subvenções e assistências governamentais no Brasil. Conheça os tipos de incentivos, como reconhecê-los no resultado, o impacto no ativo imobilizado e as exigências de divulgação que sua empresa precisa cumprir.
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Este artigo é um aprofundamento técnico das partes mais sensíveis do CPC 01: a definição da Unidade Geradora de Caixa (UGC), o cálculo do WACC pré-imposto e a construção de um modelo de valor em uso que resista ao escrutínio Big Four. Para o guia completo de impairment, com indicadores, exemplo numérico, CPC 01 vs IAS 36 e divulgação, ver Impairment de Ativos: Teste de Recuperabilidade (CPC 01 / IAS 36).
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O cotejamento contábil é o procedimento técnico de cruzamento entre dois registros que deveriam refletir a mesma realidade econômica — utilizado em auditoria interna, externa e fiscalização para identificar divergências, omissões e inconsistências. Este guia explica a definição técnica, diferencia cotejamento de conciliação, demonstra aplicação prática em auditoria patrimonial, listagem fiscal vs. contábil, ativos imobilizados e estoque, e descreve a metodologia CPCON para cotejamento em grandes portfólios corporativos.
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A conciliação contábil-fiscal é o procedimento técnico que cruza o lucro contábil (DRE) com o lucro fiscal (LALUR/ECF) identificando, classificando e controlando as adições e exclusões. É exigida mensalmente para empresas do Lucro Real e produz os valores que serão transmitidos no SPED. Falhas na conciliação resultam em autos de infração, multas qualificadas e ajustes retroativos. Este guia explica a definição, classifica os tipos de diferenças, demonstra os procedimentos práticos e o controle dos tributos diferidos (CPC 32).
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A componentização de ativos imobilizados é exigência expressa do CPC 27 §43-49 — e ao mesmo tempo o ponto mais negligenciado pelas equipes contábeis no Brasil. Aplicada corretamente, transforma a depreciação de uma estimativa grosseira em um cálculo técnico que reflete o desgaste real de cada parte do ativo, evita capitalização indevida de manutenção e elimina distorções relevantes no resultado e no patrimônio.
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A Reforma Tributária cria um período de transição (2027–2032) em que empresas precisarão manter simultaneamente o CIAP do ICMS legado e o novo controle de créditos de IBS/CBS sobre ativos fixos. Este guia técnico explica como estruturar esse duplo controle sem perder créditos nem incorrer em autuações.
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A auditoria patrimonial deixou de ser uma obrigação fiscais, saneia o Ativo Imobilizado e assegura conformidade total com CPC 27 e IFRS.
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Adesivos RFID combinam flexibilidade e custo acessível para identificação patrimonial e controle de estoque. Entenda quando escolhê-los em vez de tags rígidas e quais especificações técnicas garantem leitura confiável em cada aplicação.
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Valor de mercado é o preço que um ativo alcançaria em transação ordenada entre comprador e vendedor independentes, em data específica. É um dos três principais conceitos de mensuração patrimonial — junto com valor justo e valor contábil — e a confusão entre eles é uma das principais causas de laudos contestados em auditoria, due diligence e disputas judiciais.
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Um sistema RFID para controle de estoque pode elevar a acurácia de 75% para acima de 99% e reduzir o tempo de inventário em até 90%. Este guia detalha cada etapa da implementação, da análise de viabilidade à integração com WMS.
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Uma bombona de 20L de detergente alcalino concentrado com a etiqueta errada entrou na linha de manipulação de alimentos de uma rede de fast-food. O custo do recall e da interrupção de operações foi 47 vezes maior do que o custo do produto. No segmento de limpeza, o RFID não é otimização, é mitigação de risco que vai de autuações do IBAMA a responsabilidade civil em série.
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A indústria farmacêutica opera sob uma das regulações mais rígidas do mundo. ANVISA, FDA e GMP exigem rastreabilidade completa desde a matéria-prima até a dispensação ao paciente. Um medicamento sem cadeia de custódia verificável pode custar vidas, e o recall de um lote sem rastreabilidade, dezenas de milhões de reais em perdas e danos de marca irreparáveis.
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RFID (Radio Frequency Identification) é a tecnologia de identificação por radiofrequência que permite identificar, rastrear e capturar dados de objetos, pessoas e animais sem contato visual e sem linha de visão direta. Este guia técnico cobre desde os fundamentos físicos (chip + antena + leitor + sistema), os 4 tipos de frequência (LF, HF, UHF, SHF), a diferença entre tags passivas, ativas e semi-passivas, as 12 principais aplicações por setor com ROI documentado, 3 cases reais detalhados (hospitalar, varejo de pneus, inventário com coletor) e a metodologia CPCON de implantação em projetos enterprise.
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Um produto com validade errada que chega ao supermercado não é apenas devolução, é recall, autuação do MAPA e perda de contrato com rede varejista. No setor frigorífico, RFID não é eficiência operacional: é a diferença entre operar ou não operar no mercado.
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Empresas que não sabem onde seus ativos estão sofrem prejuízos invisíveis e crescentes. Saiba como o RFID da CPCON entrega localização em tempo real, alertas de movimentação não autorizada e integração com ERP — eliminando furtos, perdas e inventários manuais imprecisos.
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O varejo brasileiro perde R$ 23 bilhões por ano com shrinkage. Cada ponto percentual de redução nesse índice representa, para uma rede com R$ 1 bilhão de faturamento, R$ 10 milhões de margem recuperada. O Portal RFID é a única tecnologia que ataca simultaneamente os três vetores de perda: furto externo, furto interno e erro operacional.
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Uma enfermeira gasta em média 20 minutos por turno procurando equipamentos. Em um hospital com 800 leitos, são mais de 400 horas de tempo assistencial perdido por dia. O Portal RFID elimina esse problema, e junto com ele, as perdas de medicamentos de alto custo, os prontuários extraviados e a incerteza sobre onde cada ativo está.
Wendell Jeveaux
CEO CPCON

Aeroportos têm tolerância zero para falha. Uma ferramenta de manutenção aeronáutica esquecida numa aeronave pode provocar acidente; uma bagagem extraviada representa não apenas custo, representa quebra de confiança com o passageiro. O Portal RFID transforma a visibilidade operacional de aeroportos com rastreamento em tempo real de cada ativo crítico.
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Uma mineradora registrava 850.000 toneladas de minério de ferro no sistema, mas a nuvem de pontos mediu 712.000 toneladas. Diferença de 138.000 toneladas, equivalente a R$ 24 milhões em imposto de renda pago sobre estoque que não existia. A medição manual de pilhas a granel, feita com trena e estimativa visual, está destruindo valor silenciosamente em mineradoras, portos, cimenteiras e cooperativas agrícolas do Brasil inteiro.
Wendell Jeveaux
CEO CPCON

Laudos técnicos de avaliação são documentos com força legal e contábil, exigidos em fusões e aquisições, garantias bancárias, desapropriações e processos judiciais. Um laudo inadequado não apenas subestima ativos, pode impugnar operações inteiras e gerar responsabilidade civil para o emitente.
Wendell Jeveaux
CEO CPCON

Com a COP30 no Brasil, empresas precisam transformar intenção sustentável em dado auditável. O RFID conecta rastreabilidade, redução de desperdício e mensuração de carbono em uma única plataforma, relevante para due diligence de investidores ESG e relatórios GRI.
Wendell Jeveaux
CEO CPCON
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