O Ciclo das Organizações e o Controle Patrimonial
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O Ciclo das Organizações e o Controle Patrimonial

Um aspecto relevante em todas as organizações é o seu ciclo de crescimento e suas respectivas etapas conquistadas no controle patrimonial. Tal aspecto evolutivo sofre constantes mudanças, devido principalmente as variações no mercado e as necessidades de mudanças em suas práticas gerenciais para absorverem os requisitos valiosos perante as tais mudanças.

No decorrer de tal processo de mudanças é sempre relevante a questão do controle, além da visão de mercado e capacidade de assumir riscos. Para assegurar o sucesso inicial, é interessante que os gestores tenham controle significativo, além de ter visão sobre os pontos fracos e fortes do nicho de mercado, e das oportunidades e empecilhos externos de seu negócio, para que também possam intervir com planos de controle contra adversidades externas.

Um ponto chave no desenvolvimento do empreendimento é o controle e gestão de sucesso do mesmo, além de estratégias pró-ativas. Este conceito se destaca, não apenas no acompanhamento do mercado, mas também na capacidade de inovar diante dele, não sendo apenas um espectador, mas diferente disto, um personagem atuante, com metas expressivas e com controle saliente dos riscos.

O Ciclo Primordial das Organizações e os efeitos perante o Controle Patrimonial

O ciclo de vida das organizações faz analogia ao ciclo de vida dos seres humanos, com início no nascimento, passando pelo seu envelhecimento e até possivelmente a morte. “Os organismos vivos estão submetidos a um fenômeno chamado ciclo de vida. Todos os organismos nascem, crescem, envelhecem e morrem. Este conceito de ciclo de vida aplica-se, também, às organizações.” (Adizes, 1990)

É possível enfatizar também as 8 fazes do ciclo das empresas, com analogia a algumas etapas do ciclo dos seres humanos, sendo eles: namoro, infância, toca-toca, adolescência, plenitude, estabilidade, aristocracia, burocracia incipiente e estado burocrático. A seguir, será dado destaque a cada uma destas etapas.

Os 8 ciclos das organizações e o respaldo no controle patrimonial

Primeiro ciclo, denominado também como, o ciclo de “namoro”

Fase que se destaca primeiramente pelos anseios do fundador, este que idéias gerais sobre o empreendimento, realizando alguns pequenos planos e pesquisas. Toda a etapa de organização do empreendimento existe somente na imaginação, não há nada documentado. Esta fase é primordial, pois marca o compromisso do fundador com a empresa, que irá definir o caminho que a mesma trilhará, sendo para o sucesso, ou falência.

Segundo ciclo, o ciclo da “infância”

Esta fase é denominada também como a primeira fase do empreendimento, sendo o primeiro ciclo uma pré-fase. Esta fase dá início às atividades, é preciso produzir, pagar contas, ter giro de capital no empreendimento, afim de atingir os objetivos e metas pela qual a empresa foi criada.

Terceiro ciclo, o ciclo do “toca-toca”

É marcada pela ascensão, pois os problemas financeiros já foram previamente solucionados, e as vendas/lucros estão aumentando. É marcada em muitos casos pelo super-otimismo do fundador, pois este começa a dar passos longos, imobilizando capital, ou investindo em outros ramos. É comum o início de algumas pequenas crises neste ciclo, sendo necessário a implantação de um sistema de controle da mesma, sendo este um sistema de controle de modo formal.

Quarto ciclo, o ciclo da “adolescência”

Esta fase faz uma analogia interessante com os seres humanos, é a fase da necessidade ou almejo de independência, esta que se dá primordialmente da centralidade das decisões perante o fundador, sendo necessário delegar parte das mesmas, para que tenha um controle mais eficaz, e uma burocracia menos dependente. É comum encontrar nesta fase conflitos, inconsistência de metas e de sistemas de remuneração, além de reuniões improdutivas. É comum haver desentendimentos com entre os diretores e gerentes. É necessário nesta fase, a implantação de sistemas de gestão empresarial (ERP), conhecidos também como sistemas administrativos, além de elaboração de diretrizes, e consequentemente chega o momento de possuir um sistema de controle patrimonial, para os controles necessários dos ativos da empresa que cresceram descontroladamente.

É importante ressaltar também nesta etapa, a transição na mudança de metas, onde a empresa deve deixar de “trabalhar mais” e com um processo de controle de qualidade, passar a “trabalhar melhor”. Este processo que é sinônimo de apurar e controlar melhor os custos e ter foco na melhoria contínua de qualidade.

Demais ciclos: envelhecimento: estabilidade, aristocracia, burocracia e morte

Estes demais ciclos, conhecidos como os ciclos de envelhecimento do empreendimento, não tem significado que a empresa vai seguir para a falência, pois com a utilização correta de processos de Gestão Empresarial, com os sistemas integrados implantados (ERP), além de pontos primordiais de controle e visão de oportunidades, o empreendimento pode se adequar dentro do crescimento constante.

Um aspecto favorável é o equilíbrio entre a flexibilidade e a controlabilidade, que são descritas como a capacidade de responder rapidamente ao mercado, além de antecipar a ele, além da utilização de controles formais e adequados ao desenvolvimento organizacional.

A Relevância do Controle Patrimonial nas Organizações

No cenário acima exposto, é interessante ressaltar o papel fundamental dos controles em todas as etapas do ciclo das organizações, e com o crescimento contínuo do empreendimento, o papel do aprimoramento dos processos de controle devem ser priorizados e os sistemas devem estar cada vez mais atualizados para gerar a informação correta para a tomada de decisão.

Não é diferente com o controle do patrimônio, ou seja, os sistemas de gestão de ativos que refletem na contabilidade devem estar atualizados e cada vez mais aprimorados, efetuando o controle correto dos ativos da empresa e gerando um resultado inquestionável para a auditoria e órgãos e agências reguladoras. A CPCON pode auxiliar na implantação de processos a serem adequados à realizada de sua empresa, e com o sistema de gestão e inventário patrimonial, com etiquetas Barcode ou RFID.

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