A importância de Gestão de Ativos para a Apólice de Seguros das Empresas
Engineers near the factory. Mtn in a helmet. Inspector looks at the building.

A importância de Gestão de Ativos para a Apólice de Seguros das Empresas

A importância no Controle Patrimonial Efetivo

No ramo de gestão empresarial é sempre relevante estar devidamente segurado em vários aspectos, e um deles é muito relevante e trata-se da Apólice de Seguros, que deve envolver uma consultoria especializada em gestão de seguros. É interessante efetuar planos para regulação de vários aspectos do empreendimento, dos possíveis cenários desenhados para caso de sinistros, além de certificação dos valores dos bens em caso de sinistro por uma avaliação patrimonial específica para seguros. Tal processo, é de suma relevância na gestão patrimonial das empresas e vamos falar um pouco a seguir.

Gestão de Ativos e a sua necessidade em Gestão de Seguros

De forma variada, as empresas especializadas em gestão de seguros, oferecem vários tipos de soluções na área. É interessante efetuar um estudo aprofundado nas necessidades de seu empreendimento, para avaliar o melhor plano de seguros a ser implantado, porém é de suma importância num plano de seguros a qualidade da informação em que ele é baseado, efetuando com clareza e garantido uma proteção adequada e com valor sustentável ao empreendimento.

Visando garantir a proteção citada, é que provocamo so tema com a pergunta: você sabe a importância da gestão de ativos para a atualização de apólices de seguros em empresas ?

Para responder a esta questão, precisamos primeiro entender como é determinado o valor em risco (valor a ser restituido por um sinistro de um ativo conforme apólice).  A determinação do Valor em Risco é obtido através de um Laudo de Avaliação específico para esse fim, onde aplica-se o conceito aceito pelos contratos de seguro em conformidade a circular SUSEP nº 256 de 16 de junho de 2004, que diz que o valor máximo que um bem pode ser assegurado é equivalente ao seu Custo de Reprodução (Valor de Novo), se este obtiver no laudo de avaliação fator de depreciação acima de 50% ou até o dobro do seu Custo de Reedição (Valor Atual) se possuir fator de depreciação abaixo de 50%. Dessa forma nenhum bem possuirá um Valor em Risco superior ao seu equivalente novo no mercado.

Sendo assim, os valores apresentados no Laudo de Avaliação para fins de seguro, referem-se ao valor máximo segurável, obtido somente considerando como parâmetro o fator de depreciação pertinente a cada bem avaliando, e considerado em conjunto no seu respectivo site. Isso significa que todos os custos para reimplementar ou reconstituir o bem à sua condição funcional e operacional novamente estariam contemplados neste valor. E aí inicia-se a importância da gestão de ativos, visando obter o fator de depreciação com base no estado de conservação dos ativos em campo, vistoriados constantemente pelos processos de inventário cíclico, gestão de movimentações e reinventário geral das empresas, ferramentas estas essencias na gestão do ativo imobilizad de uma Cia.

O Valor em Risco só deve ser entendido como o valor integral de ressarcimento no caso de perda total do bem, e por isso a vistoria em inventários dos ativos é essencial  para a fundamentação do Laudo de Avaliação, onde o engenheiro obtém todos os fatores e custos para colocar em funcionamento um determinado equipamento, que em alguns casos, a título de curiosidade, a sua fundação para suportar o ativo em opração pode chegar num custo mais do que 100% do valor do próprio ativo na sua instalação.

Em situações onde o dano no local ou no bem não sejam na sua totalidade, as seguradoras utilizam-se das clausulas de rateio, em que o segurado coparticipa da indenização do seguro quando o Valor em Risco pactuado com a seguradora for inferior ao Valor em Risco apurado por um profissional de seguros (o Regulador de Sinistros, quando da apuração da extensão dos danos sofridos na área ou bem sinistrado). Dessa forma, o segurado seria ressarcido só por um percentual dos danos efetivamente apurados, ficando assim as expensas do segurado de arcar com a diferença do prejuizo sofrido.

Com base no citado acima que demonstramos a necessidade da empresa de sempre manter atualizado os seus valores assegurados, por meio de laudos de avaliação embasados, junto as seguradoras, evitando assim a aplicação da clausula de rateio em caso de sinistro e  um possível não resssarcimento do ativo integralmente.

Mudanças Legislativas e a Gestão de Seguros

Um dos pontos interessantes em ter um trabalho completo em soluções de seguros é a segurança caso haja mudanças legislativas repentinas, com alguma penalidade ao empreendimento. Mudanças legislativas no âmbito de gestão patrimonial são normais, assim como a mudança na lei 11.638 com a redução ao valor recuperável de ativos, e a necessidade de realização de laudo de vida útil, teste de impairment ( teste de recuperabilidade ) para avaliar a necessidade, ou não, de ajustes na contabilidade (revisão de taxas de depreciação) em função da diferenças dos valores constatados e os de mercado. Recentemente o CPC 11 está sendo alterado para o CPC50, e vocês podem ler um pouco sobre o tema no artigo Pronunciamento Técnico CPC50, que vai substituir o CPC11 sobre Contratos de Seguros.

A CPCON apoia vários clientes com laudos de avaliação para fins de seguro e com gestão de ativos para preparação da base patrimonial num modelo de gestão constante visando suportar informações atualizadas em caso de sinistros indesejados.

Saiba mais nos artigos e redes sociais, acesso www.grupocpcon.com.

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