Quais são os tipos de ativos de uma empresa?

Entender os ativos da empresa é fundamental para a sua avaliação patrimonial

É essencial que, no mundo dos negócios, as empresas conheçam e saibam reconhecer e avaliar sua saúde financeira. Dessa forma, um dos indicadores que auxiliam nessa finalidade são os ativos de uma empresa.

Os ativos são os bens e direitos que uma companhia possui. De modo que eles se transformarão, em algum momento, em valores monetários. 

Por isso, é por meio da análise e compreensão deles que haverá uma mais eficiente gestão empresarial. Afinal, ao considerar os ativos se verifica a utilização dos recursos, de maneira a saber qual requer uma reavaliação. Assim como qual está sendo utilizado corretamente.

Portanto, saber os tipos de ativos da empresa é essencial para uma boa administração da contabilidade

Por exemplo, para o entendimento do seu balanço financeiro, além da geração de caixa e lucro. Pois, o balanço patrimonial de uma empresa, ou seja, seu relatório contábil mostra o posicionamento financeiro e econômico dela no mercado. 

Desse modo, compreender o conceito dos ativos é primordial para a administração de um negócio. E, também, saber como gerar lucro e fundos dentro do mundo contábil.

No entanto, há variadas categorias de ativos e muitos creem que as características desses ativos são todas similares. Mesmo que um ativo tenha sempre a mesma essência, as definições de seus tipos são variadas e singulares.

Assim, é essencial que quem se envolve no âmbito empresarial e financeiro saiba distinguir os tipos de ativo. Pois saber os tipos de ativos e suas particularidades contribuirá para o sucesso financeiro da companhia. 

Sendo assim, os ativos podem ser monitorados por meio de um inventário, no momento em que a empresa fizer a sua Avaliação Patrimonial. Portanto, confira informações sobre a Gestão de Ativos em 2022 e saiba mais sobre os tipos de ativos.

O que é ativo e passivo?

Com a finalidade de uma boa gestão financeira de uma instituição, é essencial que seus gestores conheçam as definições de ativos e passivos. Dentro da balança patrimonial da companhia, os ativos sempre serão a parcela positiva, enquanto os passivos são a parcela negativa.

Ou seja, os ativos de uma companhia são seus bens e direitos que se convertem em valores que produzirão benefícios. E esses benefícios são a curto, longo ou médio prazo. Dessa forma, em algum momento esses meios de rendimento trarão resultados positivos.

Assim, os ativos considerados como bens são os maquinários, móveis e imóveis do negócio. E os direitos são dívidas que a empresa receberá. Ou seja, ativos são tudo o que a instituição tem e se converterão em valores monetários.

Já os passivos são todas e quaisquer obrigações que uma empresa dispõe. Ou seja, são as despesas da empresa, como, por exemplo, contas a pagar que fazem com que ela perca valores.

Dessa forma, os ativos e os passivos da companhia se diferenciam por conta dos fluxos monetários. Afinal, um se refere a entrada de dinheiro e outro a saída de valores. De modo que isso impactará no patrimônio líquido da empresa. 

Com o intuito de encontrar o patrimônio líquido da instituição, deve-se calcular a diferença entre o ativo e o passivo. Com isso, chega-se ao valor do patrimônio líquido que impacta diretamente no balanço patrimonial da instituição.

Exemplos de ativos e passivos

Para compreender a concepção de ativos e passivos, há alguns exemplos que mostram os bens e direitos de uma empresa. Assim como suas obrigações.

Por isso, consideram-se exemplos de ativos:

  • Imóveis e instalações;
  • Equipamentos e maquinários;
  • Créditos e duplicatas que a empresa receberá.

Por outro lado, são passivos:

  • Obrigações fiscais e sociais;
  • Fornecedores e contas a pagar;
  • Empréstimos e financiamentos.

O que faz parte do ativo?

Os ativos da empresa são, basicamente, os seus bens e direitos. Esses que podem ser transformados em meios monetários e ganhos de forma proporcional. 

Logo, fazem parte do ativo os valores que a instituição possui em seu caixa, conta bancária e aplicações. Além das quantias que ainda receberá de clientes, estoques, máquinas e equipamentos, entre outros.

Dessa forma, os valores da empresa fazem parte do ativo. E o ativo faz parte das contas patrimoniais. 

Ativos e o grau de liquidez

Por isso, as contas as quais o ativo pertence se classificam pela disposição decrescente do seu grau de liquidez. Isso é, a empresa categoriza o esse grau pela velocidade em que um ativo se transformará em valor monetário.

Portanto, um ativo é um recurso que resultará, em um futuro, em benefícios econômicos para a empresa. De maneira que devem ser administrados para que gerem posses financeiras e econômicas. Afinal, toda empresa visa lucro, e um ativo é um modo de fornecer lucros. 

Quando se considera algo como ativo?

Considerar algo como um ativo necessita que ele, obrigatoriamente, disponha das seguintes características:

  • Ser um bem ou direito de uma empresa;
  • Pertencer como propriedade ou posse, assim como que a sociedade possua controle sobre ele;
  • Ocasionar em benefícios para uma instituição;
  • Ser mensurável de maneira monetária.
quais são os tipos de ativos da empresa

Quais são os tipos de ativos de uma empresa?

Ativos são quaisquer recursos que produzirão valor, em algum momento, para a instituição. De maneira que eles sempre serão benefícios que auxiliam com os lucros. Além de tornarem o patrimônio financeiro do negócio positivo.

Dessa forma, há como categorizar os ativos pela sua natureza e pelo seu tipo. Por isso, há dois tipos de ativos para uma companhia que se classificam por conta da sua conversibilidade em dinheiro. São eles: ativos circulantes e ativos não-circulantes.

Ativo circulante

O ativo circulante é a denominação que o conjunto de bens e direitos de uma empresa recebe quando se convertem em capital a curto prazo. 

Ou seja, em menos de doze meses, o que faz com que os ativos da empresa circulante têm maior liquidez. Por isso, eles podem ser convertidos em dinheiro de modo mais rápido. 

Isso é, são os ativos circulantes que darão o suporte financeiro que a empresa precisa para pagar suas despesas regulares. Por exemplo, salários de funcionários e impostos.

Assim, um ativo circulante, por possuir maior liquidez, são aqueles realizáveis a curto prazo. De maneira que a liquidez é um indicativo que mostra como uma empresa consegue pagar suas dívidas. Além de conseguir adquirir lucros.

Portanto, o grau de liquidez é um indicativo que o mundo contábil usa para analisar e avaliar a situação de uma empresa. Seja financeira ou como um todo.

Dessa forma, para encontrar o valor de liquidez de uma empresa, deve-se fazer uma simples conta. Precisa-se apenas ter o valor total do ativo circulante e subtrair o valor do passivo circulante.

Também, os circulantes podem também ser chamados de capital de giro. Do ponto de vista da contabilidade, empresas com maior fluxo e geração de caixa têm maior possibilidade de honrar prazos. Assim como maiores chances de aumentar os seus recursos financeiros, por meio da geração de novos.

Há certos aspectos que o ativo circulante precisa se enquadrar para ser considerado assim. A conversão em meio monetário deve ser feita em, no máximo, doze meses depois da data do balanço financeiro ou ao longo do ciclo operacional da empresa. Além disso, precisa ter como propósito ser negociado e ser caixa ou equivalente.

Exemplos de ativos circulantes

Alguns exemplos de ativos circulantes que se convertem rapidamente em dinheiro são: 

  • Dinheiro em caixa;
  • Conta movimento em banco;
  • Aplicações financeiras;
  • Contas a receber;
  • Estoques;
  • Produtos inacabados;
  • Despesas antecipadas;
  • Reservas de caixa;
  • Depósito bancário à vista;
  • Mercadorias;
  • Matérias-primas;
  • Títulos a receber;
  • Investimentos de curto prazo;
  • Saldo no banco.

No entanto, os ativos circulantes se dividem em três subgrupos de acordo com as suas particularidades e características.

1. Ativo circulante operacional

Há variados tipos de ativos, e entre eles está o ativo circulante operacional. Essa ativo, como demonstra seu nome, é o responsável e que se origina as ações de operações de compra. Assim como pelas operações de venda, produção e estocagem de produtos.

Ou seja, recebe-se o ativo circulante operacional a curto prazo, de maneira que ele represente os recebimentos.  

Portanto, o ativo circulante operacional está ligado às etapas operacionais da empresa, desempenhando um papel essencial para o funcionamento da empresa e sua contabilidade. 

Exemplos de ativos circulantes operacionais

Exemplos de ativos circulantes operacionais são as contas a serem recebidas de estoques e duplicatas. Pois eles são procedimentos operacionais fundamentais para executar os negócios de uma companhia. Além de se transformarem em recursos financeiros em um pequeno espaço de tempo.

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2. Ativo circulante líquido

Outra denominação para o ativo circulante líquido é ativo financeiro. Em sua essência, esse ativo se caracteriza por ser os recursos conquistados em determinado período, contabilizados a partir das atividades ou das aplicações financeiras da empresa. 

Ou seja, o conceito desse ativo diz respeito aos recursos financeiros disponíveis em momento imediato. E isso com a finalidade de cobrir as dívidas e despesas da companhia. De modo a ser tudo o que uma instituição terá de retorno de suas atividades e investimentos.

Assim, o ativo circulante líquido é um indicador que avalia de modo rápido a saúde financeira da empresa. Com isso, ao mostrar um saldo positivo, isso significa que a empresa possui valores para quitar suas obrigações imediatas. O que mostra eficiência na gestão.

Desse modo, o ativo circulante líquido é um indicador que apresenta eficiência na análise de ações da companhia. Mas é apenas uma das métricas para se considerar em um investimento. Mesmo que indique a solidez da empresa com suas obrigações financeiras e o que o mercado paga por esse comprometimento.

Exemplos de ativos circulantes líquidos

Portanto, exemplos de ativos circulantes líquidos são títulos públicos e ações. O que mostra fatores decisivos na comparação de empresas do mesmo setor.

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3. Ativo circulante cíclico

Já o ativo circulante cíclico é aquilo considerado rotina na empresa e, consequentemente, acaba relacionado ao seu funcionamento. Além disso, o ativo circulante cíclico também e chamado de ativo regular e esse tipo de ativo circulante está dividido em categorias. 

A primeira delas é a “disponibilidade”, que é o dinheiro em conta que pode ser usado em qualquer momento e é o ativo com maior liquidez. A sua conta é, por exemplo, depósitos à vista e conta corrente.

Outra categoria é o “crédito”, esses são os ganhos da empresa que podem ser acessados de maneira imediata, como duplicatas, títulos e juros a receber. 

Por fim, há o “estoque”, que consiste em todos os itens que a empresa tem armazenados e estão aguardando para serem comercializados, podendo ser convertidos em vendas rapidamente a qualquer momento.

A contabilidade, em especial o inventariante, deve ficar atenta ao ativo circulante cíclico, já que falhas na análise podem ocasionar problemas financeiros à empresa. Por isso, o inventário é importante para que o balanço financeiro seja feito corretamente. Uma vez que esse tipo de ativo consiste na representação de bens e direitos de curto prazo, ele está estreitamente ligado à liquidez da empresa.

Portanto, a origem do ativo circulante cíclico é as atividades cotidianas das empresas. Mesmo que essas atividades passem despercebidas, elas influenciam na saúde financeira da empresa.

Exemplos de ativos circulantes cíclicos

Desse modo, os maiores exemplos de ativos circulantes cíclicos são os adiantamentos provenientes de fornecedores e mercadorias. Assim como duplicatas e pagamentos de estoque.

 (184 palavras texto original)

Ativo não circulante

Ativos da empresa não circulante têm permanência de longo prazo.Ou seja, os ativos circulantes se convertem em capital a curto prazo, em menos de 12 meses. Já os ativos não circulantes se tornam capital a longo prazo, isso significa que seus lucros acontecem após um ano. 

Sendo assim, eles estão relacionados ao seu funcionamento normal, visto que ficam na empresa por um tempo maior que o exercício social. Por isso, a liquidez de ativos não circulantes é menor, eles representam aqueles recursos que irão levar mais tempo para serem usados. 

Assim, eles têm uma baixa liquidez, de modo que não são facilmente convertidos em valores monetários. E os exemplos de ativos não circulantes são os investimentos, imóveis, equipamentos e propriedades intelectuais.

Também, de acordo com a lei, esse tipo de ativo por ser separado em quatro categorias distintas.

Exemplos de ativos não circulantes

Ativos não circulantes impactam o financeiro da empresa após um período de mais de 12 meses. Por isso, são exemplos de ativos não circulantes que a companhia deverá receber após um ano:

  • Empréstimos;
  • Depósitos;
  • Duplicatas;
  • Aplicações financeiras.

1. Imobilizado

O ativo imobilizado são os bens ou direitos que são permanentemente responsáveis pelo funcionamento das atividades normais da empresa. 

Dessa forma, eles podem ser corpóreos ou tangíveis. Ou seja, esses ativos são os bens físicos de uma empresa, aqueles que qualquer pessoa pode tocar.

Também, o ativo imobilizado costuma custar mais de mil reais e ter o prazo de vida útil superior a 12 meses.

O objetivo de um ativo imobilizado é produzir e servir para uma empresa por mais de doze meses. De maneira que ele gerará direitos e valores que funcionam como auxílio ou complemento de valores monetários. E isso para manter qualquer atividade da empresa ao gerar caixa. E, no futuro, produzir lucro.

Esse tipo de ativo ainda exige alguns critérios, como: 

  • Ser mantido por uma organização, para uso na produção ou comercialização de mercadorias ou serviços, locação ou finalidades administrativas; 
  • Ser utilizado por no mínimo doze meses; 
  • Ter que gerar benefícios econômicos para a organização, e ainda, deve ser mensurável.

(83 palavras texto original)

Outra característica de um ativo imobilizado a depreciação que ele sofre por conta do seu uso. Isso significa que qualquer ativo apresenta um período de vida útil. Ou seja, a depreciação é um processo comum e relacionado com o uso e com a vida útil dos ativos.

CPC 27 e os ativos imobilizados

Assim, o CPC 27 é o responsável por estabelecer o tratamento contábil para ativos imobilizados. Ou seja, esse pronunciamento técnico se alinha com o IAS 16. Esse que é a norma do padrão internacional de contabilidade e que postula sobre os ativos imobilizados.

Dessa forma, ambos esses pronunciamentos mostram aos interessados sobre como conhecer informações. Essa que são sobre o investimento das empresas em seus ativos imobilizados. 

Portanto, um ativo imobilizado possui as mesmas características que qualquer outro ativo. De maneira que precisa, em um futuro, gerar lucros e benefícios para o negócio. 

Exemplos de ativos não circulantes imobilizados

Enquadram-se nessa categoria: imóveis, terrenos, edificações, máquinas e equipamentos, móveis e utensílios, veículos, ferramentas, entre outros.

2. Ativo realizável a longo prazo

Os ativos desse tipo são semelhantes ao ativo circulante. No entanto, eles representam os bens e direitos da empresa que têm permanência mais longa, ficando um prazo maior que o término do exercício social.

Ou seja, quando uma empresa encerra o seu balanço patrimonial, os direitos que ela recebe após essa analise são os ativos realizáveis a longo prazo. Portanto, o que a empresa receber em um prazo indeterminado ou superior a um ano é um ativo realizável a longo prazo.

Exemplos de ativos não circulantes realizáveis a longo prazo

Um ativo realizável a longo prazo, dentro da contabilidade, são as contas de direitos sem prazo de vencimento. Haja vista que, como não há determinação do seu período de vencimento, ele é considerado como de longa duração.

Por isso, são exemplos de ativos não circulantes realizáveis a longo prazo empréstimos, depósitos, duplicatas ou aplicações financeiras. Mas sempre se o prazo de recebimento for maior do que doze meses.

3. Investimentos

Quando os investimentos se enquadram na categoria do ativo não circulante, eles são classificados como participações e aplicações sócio monetárias permanentes. Portanto, o seu objetivo é criar renda para empresas. 

Ou seja, um ativo de investimento é o que tem o objetivo de especulação ou realização em um prazo de mais de doze meses.

Mas, para ser classificado como ativo não circulante, é preciso que eles não sejam destinados à manutenção das atividades da organização.

Exemplos de ativos não circulantes de investimentos

Alguns exemplos de investimentos são: as obras de arte, os investimentos em ouro, as propriedades para investimento, os terrenos e imóveis para uso no futuro. Assim como investimentos em coligadas, participações em outras empresas, bitcoins, commodities etc.

4. Intangível

Os ativos intangíveis, ao contrário do imobilizado, não podem ser vistos ou tocados. Pois não têm existência física, contudo, têm valor econômico e na contabilidade. Assim, eles servem ou têm como finalidade a manutenção das atividades.

Portanto, os ativos intangíveis são aqueles bens e direitos da empresa que mantém as atividades dela. Mas que não têm existência material. Mesmo assim, ele é fundamental para as instituições, porque ele também gera lucro e valor para elas.

Assim, um ativo intangível se considera dessa forma se ele tem a capacidade de se separar ou se dividir da empresa. Além de ser o resultado de direitos contratuais ou legais. Assim como gerar benefícios econômicos futuros.

CPC 04 e os ativos intangíveis

No Brasil, assim como os ativos imobilizados são postulados pelo CPC 27, os ativos intangíveis também têm uma CPC que os regula. Essa é a CPC 04 que estipula requisitos para que uma empresa saiba como classificar um ativo como intangível.

Por isso, é essa norma que afirma que esse ativo tem que possuir vida útil maior do que doze meses. E, também, precisa se transformar em valor monetário para a empresa.

E mesmo que esses ativos não sejam palpáveis e não possam ser contabilizados, eles não deixam de ter valor monetário. De maneira que eles tenham o objetivo de aumentar os benefícios e vantagens competitivas dentro do mercado da empresa.

No entanto, a CPC 04 impõe algumas regras para os ativos intangíveis. A primeira é de que deve ser possível separá-lo da empresa. Ou seja, a companhia pode vende-lo ou aluga-lo em partes ou totalmente. E isso a qualquer período e sem autorização.

Dessa forma, outra regra é que o uso de ativos intangíveis é exclusivo da empresa. E terceiros podem usá-los apenas com autorização prévia.

Exemplos de ativos não circulantes intangíveis

Para que um ativo não circulante seja intangível, ele não deve existir materialmente. De maneira que não pode ser tocado ou sentido. No entanto, esses ativos gerarão, futuramente, benefícios para a organização. Ou seja, eles são:

  • Softwares;
  • Capital intelectual;
  • Marcas;
  • Patentes;
  • Direitos autorais;
  • Licenças.
tipos de ativo

Quais os melhores ativos para investir em 2022?

Mesmo que o ano de 2022 esteja com altas taxas de juros, ele é proveitoso para quem deseja investir. Por isso, os investidores precisam ficar atentos aos investimentos de renda fixa, como poupanças, CDBs e RDBs e LCIs e LCAs. Além disso, aposte no Tesouro Selic, Tesouro IPCA e Debêntures.

Também a bolsa de valores é um ótimo ativo de investimento em 2022, principalmente nas empresas do setor elétrico. Assim como a queda do dólar faz com que seja essencial investir na moeda americana.

Os ativos e o balanço patrimonial

Tanto um ativo circulante quanto um ativo não circulante são essenciais para o balanço patrimonial da companhia. Esse que é um relatório que mostra os ativos, passivos e patrimônio líquido da empresa. De maneira que por meio do balanço patrimonial a empresa consegue analisar e acompanhar sua saúde financeira.

Quais contas fazem parte do ativo?

Todas as contas contábeis de uma empresa se classificam em ativos, passivos, receitas e despesas. E por meio de cada item se organiza os registros de cada movimentação, a nomeando. De modo que eles permitem que haja uma análise da saúde financeira da empresa.

Assim, as contas dos ativos são importantes para gerar um balanço patrimonial de forma correta e com informações pertinentes. 

Por isso, alguns exemplos de contas de ativos, a longo prazo, são: aplicações financeiras, depósitos financeiros, duplicatas a receber, despesas antecipadas, empréstimos, adiantamentos ou vendas.

Assim como estoques, máquinas, imóveis e equipamentos, além de investimentos ou duplicatas que serão recebidas.

Portanto, as contas que fazem parte dos ativos são aquelas em que a empresa registra seus bens, créditos e direitos. E todas elas são ou serão parte do patrimônio da empresa.

Método das partidas dobradas

Em 1494, Luca Pacioli registrou um método que até hoje é muito utilizado na contabilidade das empresas. Esse método é o método das partidas dobradas o qual é o responsável pelo registro das transações financeiras de um empreendimento.

Esse método tem por finalidade registrar cada transação financeira como uma entrada. No entanto, o registro dessa entrada se dá em pelo menos duas contas. E o total de débitos tem que ser igual ao total de créditos.

Desse modo, o método das partidas dobradas apura o exercício contábil de um ano, de maneira a chegar ao saldo do resultado desse período. Ou seja, se o saldo final for positivo, a empresa terá lucro. Mas se for negativo, a empresa obteve prejuízos financeiros.

Por fim, esse método se utiliza dos ativos e passivos e a soma de ambos precisa, ao final, ser sempre zero. 

Por que gerenciar os ativos de uma empresa?

Qualquer empresa precisa gerenciar seus ativos para conseguir os melhores resultados e retornos financeiros. Assim, isso impactará na saúde financeira da empresa e no seu balanço patrimonial. 

Dessa forma, ao gerenciar seus ativos, a companhia conseguirá rastrear todos os ativos que tem. Isso é, todos os dados úteis sobre seu gerenciamento ajudam a alcançar e garantir melhores retornos.

Além disso, o gerenciamento dos ativos faz com que se torne mais fácil e eficiente qualquer processo. Como gerenciar e produzir relatórios. Assim como a precisão de taxas e de dados como a amortização para que as demonstrações financeiras sejam consistentes.

E toda essa implementação de técnicas de gerenciamento de ativos ao gerar dados precisos e satisfatórios, faz com que a companhia economize valores monetários. E isso tanto na manutenção de ativos quanto em planos para gerar lucros no futuro.

Como controlar os ativos de uma empresa?

O controle dos ativos da companhia é feito de forma satisfatória por meio de diversas ferramentas. Dentre elas a opção mais viável, rápida e fácil é por meio de planilhas. As planilhas são os catálogos que devem ter as categorias dos ativos e sua localização. De modo a funcionar como um inventário.

No entanto, algumas empresas possuem sistemas de controle patrimonial próprios ou terceirizados. Por isso, eles também são excelentes ferramentas de organização dos ativos. Além de terem outras funções.

Dica para um bom inventário dos ativos da empresa

Para cada ativo e categoria, existe um método ou frequência para um melhor controle. Consequentemente, há também tipos de inventário, aos quais o inventariante deve estar atento para maior eficiência do seu trabalho, além de evitar falhas. 

O inventário para empresas é uma lista de todos os bens e materiais que ela tem e estão disponíveis em estoque, guardados nas próprias instalações ou fora delas. 

Assim, o inventariante deve estar atento aos dois principais tipos de ativos de uma empresa: os circulantes e não circulantes, porque aqueles com maior liquidez precisam ser monitorados com maior frequência.

Ao categorizar os ativos em circulantes e não circulantes, você poderá estabelecer de quanto em quanto tempo o inventário deve ser feito. 

Dessa forma, o inventariante consegue organizar e otimizar melhor o seu trabalho, mantendo assim a regularidade nas atualizações. O ativo circulante tem maior liquidez, por isso deve ter o seu inventário feito em um prazo mais curto.

Além disso, existem ferramentas que ajudam na desburocratização do tratamento de ativos da empresa. 

Outra dica é o inventariante colocar a descrição dos itens, observando se há casos de depreciação ou inutilização, e dar baixa nos descartes. Além de fazer uma auditoria dos itens cadastrados anteriormente. Dessa forma, a contabilidade da sua empresa irá fluir corretamente. 

O Comitê de Pronunciamentos Contábeis e as definições dos ativos

Com o processo de globalização, que acontece há algumas décadas pelo mundo, ocorreu a abertura dos mercados globais. Com isso, houve a expansão e crescimento da economia global em que os países necessitavam de uma unanimidade econômica.

Desse modo, fez-se necessário alinhar a contabilidade globalizada e de nível mundial com aspectos de cada país.

Por isso, especificamente no Brasil, algumas e diversas entidades contábeis e financeiras se uniram. De maneira a criar o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, ou CPC.

O CPC é a entidade brasileira responsável pelo estudo das normas contábeis. Assim, esse órgão centraliza e emite essas normas para toda a sociedade. E tudo isso com o objetivo de que todos no pais sigam essas diretrizes e que elas estejam de acordo com os padrões internacionais.

tipo de ativos

A importância da análise dos ativos de uma empresa

Portanto, analisar, reconhecer e inventariar os ativos de uma empresa é essencial. Afinal, isso mostrará números que possibilitam a companhia de reconhecer suas finanças. De maneira a traçar metas e estratégias para receber mais lucros no futuro. Assim como evitar que os números sejam negativos.

Dessa forma, se você deseja fazer o controle dos seus ativos, entre em contato com o grupo CPCON. A CPCON tem décadas de atuação no mundo financeiro, inclusive atua no mercado internacional. E tudo isso por ser uma empresa confiável e eficiente.

Ou seja, nossa empresa possui destaque em auxiliar qualquer questão financeira que uma companhia queira. De modo a prestar os melhores serviços que garantem o sucesso de qualquer empresa.

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O impacto da falta de gestão de ativos no seu empreendimento
A gestão de ativos está diretamente ligada à governança corporativa e busca identificar, mensurar e controlar o ciclo de vida desses ativos nas organizações.
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