Como fazer a gestão de riquezas da sua empresa?

A gestão de riquezas é uma engrenagem fundamental para o sucesso e bom funcionamento de qualquer empresa. Ela é a base para o desenvolvimento de todos os demais departamentos, a fim de manter a qualidade de produção.

Além disso, a gestão de riquezas consegue, por meio das informações que disponibiliza, oferecer dados sobre a saúde financeira da empresa. Dessa forma, uma companhia consegue verificar suas riquezas e recebe informações sobre como geri-las da melhor forma. De maneira a efetuar as melhores soluções para problemas financeiros possíveis e recorrentes.

Com a gestão de riquezas, os gestores da empresa conseguem planejar a melhor forma de usar suas riquezas, de acordo com as necessidades. Além de guardar um caixa para emergências e produzir lucros.

Entretanto, gerir uma riqueza não é uma tarefa tão fácil assim, pois envolve conhecimento sobre controle de patrimônio e gestão de ativos. De antemão, o conceito de riqueza de uma empresa relaciona-se com questões patrimoniais, ou seja, com o que é retido.

Além dos bens que compõem o patrimônio, os direitos e obrigações também englobam o setor da riqueza empresarial. Direitos esses, que são os valores que a corporação deve receber, como promissórias ou valores depositados em bancos de terceiros. E obrigações são entregues a terceiros, como pagamentos ou restituições.

E todas essas informações e conhecimentos são cruciais para o gestor de uma empresa. Já que ele é o responsável em manter o funcionamento da companhia por meio de acompanhar os resultados e analisar processos. Além disso, o gestor precisa planejar as atividades institucionais e solucionar demandas e problemas, sejam eles rotineiros ou não.

Portanto, é primordial que um gestor compreenda a gestão de riquezas e seu impacto na companhia.  Por isso, acompanhe este manual para descomplicar de vez a gestão de riquezas, saber tudo sobre patrimônio e ativos e alavancar sua empresa.

Gestão de riquezas e controle de patrimônio

Falando em patrimônio, uma estratégia quase infalível para a gestão de riqueza de uma empresa é apostar e atentar-se ao controle de patrimônio. Esse controle é um processo contábil que garante credibilidade e segurança ao setor empresarial.

Seguindo essa linha de pensamento, realizar o controle de patrimônio significa encarregar-se do gerenciamento de todo o patrimônio retido pela empresa.

Ou seja, aderir ao controle de patrimônio garante ao empresário mais segurança no ramo financeiro. Assegura aos gestores acesso às informações cruciais e determinantes para tomada de decisões e, assim, redução de riscos e incertezas financeiras.

Além disso, empresas que possuem a gestão e controle de patrimônio em dia, acabam ganhando credibilidade em seu mercado de atuação, atraindo interesse e atenção de possíveis investidores e, potencialmente, de clientes também.

Vale lembrar que a legislação brasileira obriga o exercício de controle de patrimônio para todo e qualquer empresário independente de seus portes, por meio de atividades contábeis.

Ao fazer a gestão de riquezas e o controle de patrimônio, uma empresa consegue informações e dados que auxiliam em tomar decisões. Com isso, reduz-se drasticamente as incertezas e riscos que a empresa possui financeiramente.  Além de mostrar ao mercado e investidores que ela tem credibilidade por conta de sua saúde financeira e boa gestão.

Desse modo, as empresas devem encarar o controle patrimonial como uma grande oportunidade para compreender melhor suas necessidades e utilizá-lo de modo estratégico na manutenção e gestão de suas riquezas.

gestão de riquezas e controle de patrimonio

Como se configura o controle patrimonial?

O controle patrimonial é fundamental para as empresas conseguirem gerir as riquezas de uma empresa. Assim, esse é um procedimento contábil que disponibiliza informações e relatórios financeiros e atualizados. Em que todas essas informações encontradas seguem as normas internacionais.

Para confeccionar o controle patrimonial, o gestor precisa realizar cinco etapas:

  • Inventário do patrimônio;
  • Avaliação dos ativos;
  • Revisão de vida útil;
  • Determinação da depreciação dos ativos;
  • Teste do Impairment.

E é por meio da sequência correta dessas etapas que haverá um gerenciamento de todo patrimônio da companhia. De modo que esse processo garanta credibilidade e segurança em relação a saúde financeira e econômica da instituição. O que faz com que o gestor evite gastos desnecessários, com impostos e depreciação dos ativos. Além de procurar ações e soluções para o que for preciso.

A gestão de grandes e pequenas riquezas é igual?

É por meio da contabilidade que os gestores das empresas conhecem informações sobre seu empreendimento. E com essas informações, que são as ferramentas de gestão, eles conseguem tomar decisões seguras e confiáveis, pois elas são um suporte para essas decisões.

Assim, há diversas ferramentas contábeis que se aplicam na gestão de empresas de diversos tamanhos. No entanto, cada uma é responsável por um aspecto, como, por exemplo, a gestão de riquezas.

Toda empresa tem seu valor de negócio que se verifica por meio de métodos de mensuração. Um dos métodos mais famosos e utilizados para esse fim é o valuation. Esse que consiste em verificar o valor aproximado de mercado da companhia.

Dessa forma, ao conhecer o valor do negócio, o gestor consegue verificar o tamanho da empresa e identificar se sua riqueza é grande ou pequena. Ao conhecer esses dados, há como direcionar a gestão de riquezas empresariais, que é diferente uma da outra.

Wealth Management

Quando um patrimônio é composto de uma grande riqueza utiliza-se um conjunto de práticas de administração da riqueza conhecida como Wealth Management. O Wealth Management é um serviço que empresas de consultoria ofertam para auxiliar empresas na gestão de sua grande riqueza.

Esses serviços, feitos para clientes de alto padrão financeiro, ofertam consultoria, planejamento e gestão de investimos. De maneira que auxiliem na manutenção, administração, gestão e valorização das grandes riquezas.

Com o Wealth Management, o cliente conseguirá proteger e aumentar seu patrimônio. E isso por meio de uma boa administração.

Gestão de pequenas riquezas

Geralmente, quando uma empresa é pequena, a sua riqueza também é. Assim, a gestão de riquezas não é uma ferramenta apenas para grandes e médias companhias, mas também para pequenas e microempresas.

Com a gestão de riquezas, por menor que essa seja, a empresa conseguirá desenvolver um planejamento estratégico. Esse planejamento auxiliará no futuro da empresa para que ela consiga ter caixa para se manter e crescer cada vez mais no mercado. E não possuir uma má gestão que a leve à falência.

Mesmo que a empresa e sua riqueza sejam pequenas, orienta-se que os gestores busquem por ajudas especializadas, como as do grupo CPCON. No entanto, o gestor pode se aventurar na gestão da riqueza ao focar e realizar alguns aspectos.

Usar a tecnologia como aliada na gestão de riquezas

Com o avanço tecnológico, desenvolveram-se muitas ferramentas com o objetivo de automatizar e facilitar o controle e o acesso às informações. Dessa forma, uma boa maneira de usar a tecnologia é ao automatizar as cobranças e dívidas, para não as esquecer e elas gerarem juros que diminuirão o caixa da empresa.

Organizar as contas

É essencial que o gestor consiga controlar seus gastos e tenha ciência de todas suas saídas e entradas de caixa.

Controlar o fluxo de caixa

O fluxo de caixa é o registro da entrada e saída de qualquer valor monetário da empresa. Controlá-lo é necessário para que o gestor saiba o quanto de dinheiro a empresa realmente possui, assim a empresa precisa fazer esse registro.

Além disso, é por meio do controle atualizado de fluxo de caixa que há a possibilidade de projeções de receitas e despesas. E isso para saber estimativas sobre o valor do caixa em um futuro, o que faz com que o gestor consiga tomar decisões no presente.

Conhecer os custos fixos e variáveis da companhia

Com o controle do fluxo de caixa, aparecerão os custos fixos e variáveis da empresa. Ao saber essa informação, o gestor conseguirá mapear seus gastos em relação ao funcionamento da empresa. Pois os custos fixos são aqueles regulares e as variáveis os que mudam de acordo com as demandas.

Conferir a gestão financeira e o saldo bancário

Ao comparar o valor do caixa, encontrado pela gestão financeira, com o saldo bancário e com o que a empresa gastou, o gestor irá verificar os dados. De modo que os números terão que conferir e não serem inconsistentes.

Verificar o desempenho financeiro empresarial

Para uma boa gestão de riquezas, o gestor precisa verificar o desempenho financeiro empresarial regularmente. É por meio dessa verificação que será visto se os objetivos estão sendo atingidos e se as estratégias e ações são efetivas.

Para alcançar essa finalidade da verificação, há inúmeras ferramentas e relatórios como o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE).

Os diferentes setores precisam se conversar e se integrar

O gestor precisa ver a empresa como um único lugar em que haja sintonia e unidade. Com isso, os diversos setores precisam seguir interagir entre si para atingir todas as metas.

gestão de riquezas - wealth management

Gestão de riquezas e os ativos e passivos de uma empresa

Os ativos e passivos fazem parte do patrimônio de uma empresa. A contabilidade é a ciência que estuda a formação de um patrimônio ao investigar a sua formação e composição. Com as informações advindas da contabilidade, o gestor consegue tomar decisões sobre seus ativos.

Os ativos são os bens e direitos de uma empresa que se convertem, a curto, médio ou longo prazo, em dinheiro para seu caixa. Mas uma riqueza não se compõe apenas dos ativos, pois também engloba os passivos, esses que são as obrigações que culminam em saída de valores.

Dessa forma, tanto ativos quanto passivos formam o patrimônio líquido de uma empresa. Esse demonstra a medida de riqueza de uma empresa ao compará-la com outras. Ou seja, ele é um parâmetro que demonstra se uma empresa é mais rica ou não, assim como maior ou não.

As informações de ativos e passivos, quando em conjunto, são o Balanço Patrimonial. Esse é um relatório que pretende demonstrar a ideia de equilíbrio entre passivos e ativos. Ou seja, entre os bens e direitos e as obrigações.

O Balanço Patrimonial visa apoiar a gestão e administração da empresa ao demonstrar o patrimônio dela. Com isso, demonstra todas as caraterísticas financeiras e econômicas da entidade de modo que auxilia com a gestão de riquezas.

A importância da gestão de ativos

Uma gestão de riquezas empresarial bem-feita também passa pela gestão de seus ativos. Compreender o que são ativos e seus destinos e finalidades também é fundamental para a regulamentação patrimonial e manuseio das riquezas de uma corporação. Não apenas para fins contábeis, mas também para maior entendimento do potencial de geração rentável e de lucro da empresa.

Em linhas gerais, os ativos de uma empresa são tudo que por ela é retido e controlado, representam onde os recursos e bens da empresa foram aplicados. Os ativos são necessariamente resultados de transações passadas que podem ser convertidos em fundos monetários, visando benefícios econômicos.

A gestão de ativos vem ganhando popularidade e pode ser aplicado para um modelo de mudanças dentro de uma corporação. Realizar a gestão de ativos é um ganho multilateral, tanto para os administradores e gestores dos bens da empresa, quanto para o trabalhador que lucra com essa prática. Lucro esse que não será necessariamente monetário, mas sim com um ambiente de trabalho, tarefas e direitos mais organizados e seguros.

O conjunto de métodos que circundam a gestão de bens relaciona-se com o uso cada vez mais notório da tecnologia. Com ela, torna-se possível o rastreamento da movimentação dos bens empresariais, aqueles que fazem parte do processo produtivo.

Além disso, deve-se enfatizar a importância da realização de um inventário empresarial para a gestão de riquezas. Essa prática é um dos principais pontos da sistematização de uma gestão de patrimônio.

Para a realização de um inventário voltado para empresas, é imprescindível manter os dados e informações dos bens atualizados, uma vez que esse tipo de conteúdo retido é o que vai dar direcionamento e maior facilidade a qualquer decisão que venha a ser tomada dentro do ambiente empresarial. Ademais, o papel de um inventário de empresa também é fornecer suporte para outras áreas de atuação da corporação; um passo definitivo para o sucesso profissional.

O que é a maximização de riqueza?

Após o entendimento do universo que engloba ações para gestão de riquezas de empresas, um conceito vem à tona: o de maximização de riqueza. A maximização da riqueza é, sem dúvidas, um dos grandes objetivos de qualquer corporação e é consequência desejada em qualquer processo de gestão de riqueza empresarial.

Para maior entendimento do tema, é necessário a diferenciação de dois termos: lucro e riqueza. Comumente esses dois conceitos podem parecer semelhantes e até causar dúvidas comprometedoras para um momento de investimento.

Lucro

Entende-se por lucro o poder e a capacidade de uma corporação de aumentar seus ganhos, no momento em que os ganhos são maiores que os investimentos, e limita-se aos aspectos monetários.

Riqueza

Já quando falamos de riqueza, compreende-se que é o que se acumula em bens e direitos, a capacidade de aumento de valor agregado nas ações de uma empresa no mercado.

Sendo assim, os objetivos empresariais estão voltados para a maximização de lucros, mas também, e principalmente, para a maximização de suas riquezas. É importante frisar que maximizar os lucros é o caminho para conseguir maximizar a riqueza, e desse modo atingir o sucesso de sua empresa e gerir de maneira consciente e eficaz as riquezas e o patrimônio.

Como realizar uma boa gestão de riquezas?

No conceito financeiro e contábil, gestão tem o significado de controlar os recursos de uma companhia. Dentre esses recursos, está o dinheiro da empresa que precisa ser organizado e monitorado. Afinal, com essas ações, a empresa conseguirá tomar decisões e atingir seus objetivos de lucrar e não falir.

Com a gestão de riquezas, o gestor possuirá uma visão completa e integrada das finanças empresarias. Essa informação estará à disposição para a compreensão do presente e da realidade da instituição, assim como um planejamento para o futuro.

Ou seja, a gestão de riquezas mostra como uma empresa consegue gerar valor para o mercado e investidores e crescer. E tudo isso ao analisar os recursos, seus destinos e as melhores decisões para ter com eles.

Dessa forma, para realizar uma boa gestão de riquezas, é essencial que uma empresa e seus gestores busquem por serviços especializados de uma assessoria contábil. E isso para que qualquer procedimento relacionado à gestão de riquezas seja feito de forma pertinente, séria e eficiente.

Afinal, clientes, seja de grandes ou pequenas riquezas, procuram por experiências perfeitas, ou seja, rápidas, eficientes e seguras.

A CPCON tem constantemente auxiliado empresas de consultoria e gestão financeira com as soluções de gestão de ativos e avaliação, bem como fazendo Valuation (Avaliação Financeira) de empresas e negócios. Quer saber mais? Consulte-nos!

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O impacto da falta de gestão de ativos no seu empreendimento
A gestão de ativos está diretamente ligada à governança corporativa e busca identificar, mensurar e controlar o ciclo de vida desses ativos nas organizações.
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