Taxa de depreciação de máquinas e equipamentos

Os bens móveis, imóveis e vivos possuem uma taxa de depreciação que varia de acordo com sua vida útil. Conheça a taxa de depreciação de máquinas e equipamentos.

Cada bem empresarial, seja móvel, imóvel ou semovente, tem uma expectativa de vida útil especifica. Dessa forma, todo ativo de uma empresa está sujeito a uma taxa de depreciação que representa a perda de valor desse ativo por conta do seu uso, obsolescência ou desgaste natural.

Muito usado na área empresarial e da contabilidade, a depreciação consta no cálculo do custo total dos produtos. Assim, esse termo é importante para apresentar os dados sobre a sustentabilidade financeira das empresas.

Com isso, a depreciação de um ativo se registra por meio de um percentual do valor contábil. E esse percentual se desconta com o passar do tempo, segundo a expectativa que se dá a vida útil do bem. O percentual que se desconta também é conhecido como taxa de depreciação.

A taxa de depreciação se aplica em máquinas e equipamentos, de forma a ocorrer principalmente na agricultura.

Ou seja, a taxa de depreciação de máquinas e equipamentos mostra a depreciação que esses itens sofrem em empreendimentos rurais. De maneira que eles precisam ser trocados pelo seu uso  com ou passar do tempo ou por outros mais tecnológicos.

Além disso, é a Receita Federal Brasileira a responsável por fixar taxas aceitáveis como dedutíveis, por meio de uma tabela. 

Conheça mais sobre a taxa de depreciação de máquinas e equipamentos com esse artigo. Afinal, por mais que a depreciação seja um assunto importante para as empresas, muitos gestores não compreendem a função e atuação dela.

depreciação de maquinas e equipamentos o que é

Afinal, o que é depreciação?

A depreciação é um recurso contábil que apresenta um custo financeiro para um ativo durante sua vida útil.

Por isso, esse recurso é uma realidade para qualquer produto e bem que uma empresa adquire. Pois, quando algo é comprado, automaticamente seu valor já é depreciado. E isso ocorre por desgaste ou obsolescência do bem que pode ser física, econômica ou operacional.

A Receita Federal estima, a cada ano, a vida útil de um bem. Com base nessa informação, o órgão emite a taxa anual de depreciação de cada ativo que a empresa precisa considerar em seu cálculo. 

Por isso, as empresas precisam verificar as tabelas da Receita Federal nas quais se consta a taxa de depreciação de um imóvel. E, depois disso, aplicar essas informações em sua conta final.

A depreciação de um bem inicia sua contagem a partir do momento em que esse item é instalado. E quando chegar ao final da sua vida útil, não pode ultrapassar o custo de aquisição do ativo.

A importância da depreciação para as empresas

Quando uma empresa e seus gestores conhecem a depreciação dos ativos, seu princípio básico e sua aplicação, a empresa consegue se prevenir de gastos.

E isso culmina em benefícios para a companhia, já que por meio do reconhecimento da depreciação, ela é contabilizada como despesa. O que cria uma reserva de caixa para que a instituição tenha sempre um valor para a necessidade de troca ou compra de um novo ativo. E realiza a redução do lucro contábil.

Com a depreciação de máquinas e equipamentos, a empresa precisa substituir seu maquinário para aqueles superiormente tecnológicos. E, muitos deles, possuem um alto valor agregado.

Além disso, a depreciação afeta, também, o caixa da empresa já que por ser tributada pelo Lucro Real, há a redução dos valores do Imposto de Renda e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido.

Mas, ressalta-se que para a contabilidade essa despesa que a depreciação de um ativo apresenta, é o real valor desse bem por um período de tempo. E não uma transação de caixa.

Como registrar a depreciação de um bem?

É fundamental e obrigatório que a empresa registre as depreciações de seus bens nos documentos contábeis e financeiros que ela produz. Assim, todo esse registro precisa seguir as regras e limites que a legislação fiscal estabelece, já que a Receita Federal é a responsável por determinar a vida útil e a taxa anual de depreciação de um bem.

A depreciação de máquinas e equipamentos

Todo bem tem uma vida útil limitada, e isso não seria diferente para máquinas e equipamentos. Assim, com o passar do tempo, há um desgaste natural, além da possível falta de manutenção, que causa depreciação, perda de valor pelo tempo de uso, nesses bens.

Portanto, ao dizer que uma máquina ou que um equipamento sofreu com depreciação, isso significa que esse bem se desvalorizou pelo seu tempo de uso. E a desvalorização acontece pelo tempo, obsolescência ou pela utilização.

Como contabilizar a depreciação de máquinas e equipamentos?

Há, também, diferenças entre as máquinas e equipamentos serem custos ou despesas. O que definirá qual dos dois esses bens serão é a geração de receita. Ou seja, se uma máquina ou equipamento gerar receita, ele precisará ser declarado no Imposto de Renda e se caracterizará por ser um custo para a companhia.

Quando uma empresa usa um item diretamente na produção, a taxa de depreciação dele se contabiliza como custo. No entanto, se o bem não é utilizado diretamente na produção, sua taxa de depreciação se caracteriza como uma despesa.

Seja custo ou despesa, esses assuntos precisam de lançamentos nos demonstrativos contábeis e financeiros empresariais. E, ao serem lançados, suas diferenças são em relação aos custos que eles atribuirão ao produto final. Por exemplo, as despesas, que têm caráter geral, geralmente não se vinculam aos produtos e serviços disponibilizados pela companhia.

Assim, contabilizar a depreciação dos ativos impacta no controle sobre as finanças e seus riscos. Além de impactar, diretamente, o cálculo dos impostos do Lucro Real.

Artigo 57 da lei 4.605/64

Todas as empresas que têm bens depreciáveis precisam conhecer e seguir o artigo 57 da lei 4.506/64.

Esse artigo é o responsável por estabelecer o que é o custo para um ativo. Ou seja, que é comum que ocorra a diminuição do valor de um ativo em razão do desgaste de uso, obsolescência ou ação da natureza. E essa cota se reduz a partir do momento em que a empresa passa a usufruir de seu novo bem.

Além disso, de acordo com essa lei em nenhum momento o montante acumulado das cotas de depreciação poderá ser maior do que o custo de aquisição do ativo.

É por meio da lei 4.605/64 que se colocou toda a importância da depreciação, das suas taxas e do seu cálculo. Além de que esse valor tem que se declarar como custo no imposto de renda.

Taxa de depreciação de máquinas e equipamentos

Taxa de depreciação de máquinas e equipamentos

Cada ativo possui uma taxa de depreciação específica, assim como uma vida útil. A taxa de depreciação se refere ao custo do bem quando a empresa o emprega na produção ou despesa de ativos. No entanto, eles não podem estar ligados ao setor produtivo dessa companhia.

Portanto, a taxa anual de depreciação varia conforme a natureza de cada ativo. Mas a depreciação de máquinas e equipamentos e suas taxas são de 10% ao ano. Como, por exemplo:

BENS DEPRECIÁVEISTAXA ANUAL DE DEPRECIAÇÃO (%)
Máquinas e aparelhos de ar-condicionado.10%
Máquinas de lavar louça, para limpar, encher, fechar, arrolhar, capsular ou rotular ou secar garrafas.10%
Outras máquinas e aparelhos de elevação, de carga, de descarga ou de movimentação.10%
Outras máquinas e aparelhos de terraplenagem, nivelamento, raspagem, escavação, compactação, extração ou perfuração da terra, de minerais ou minérios.10%
Máquinas e aparelhos para colheita ou debulha de produtos agrícolas.10%
Máquinas de ordenhar e máquinas e aparelhos para a indústria de laticínios.10%
Máquinas para limpeza, seleção ou peneiração de grãos ou de produtos hortícolas secos; máquinas e aparelhos para a indústria de moagem ou tratamento de cereais ou de produtos hortícolas secos.10%
Máquinas para preparação de matérias têxteis, máquinas para fiação, dobragem ou torção, de matérias têxteis e outras máquinas e aparelhos para fabricação de fios têxteis.10%
Máquinas e aparelhos para preparar, curtir ou trabalhar couros ou peles, ou para fabricar ou consertar calçados e outras obras de couro ou de pele, exceto máquinas de costura.10%
Máquinas de contabilidade.10%
Máquinas para fabricação de cordas ou cabos.10%
Taxa de depreciação de maquinas e equipamentos (anual)


Há outras taxas de depreciação de outros ativos, são elas:

BENS DEPRECIÁVEISTAXA ANUAL DE DEPRECIAÇÃO  (%)
Animais vivos das espécies cavalar, asinina, muar, bovina, suína, ovina e caprina.20%
Galos, galinhas, patos, gansos, perus, peruas e galinhas-d’angola.50%
Instalações.10%
Edificações.4%
Cartões magnéticos.33,3%
Veículos para inspeção e manutenção de vias.10%
Veículos automóveis para transporte de mercadorias.25%
Taxa de depreciação de ativos imobilizados (anual)


Dessa forma, a Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal (SRF) fixa as taxas de depreciação para que as empresas sigam esses dados. Com isso, as empresas devem catalogar todos os seus ativos para verificar e estabelecer a taxa de depreciação de cada um.

Prazo de vida útil de máquinas e equipamentos

Além da taxa de depreciação, os ativos também têm um prazo de vida útil específica. A vida útil econômica de um ativo se baseia no máximo da produtividade e da eficiência e isso ao envolver a estrutura econômica financeira da empresa.

Esse conceito também envolve o que é um ativo imobilizado de propriedade da empresa ou de Arrendamento Mercantil Financeiro para ser depreciado consistentemente e aprovar devidamente.

Para exemplificar e demonstrar o prazo de vida útil dos ativos, considerou-se os mesmos dos exemplos anteriores. E em geral, a depreciação máquinas e equipamentos ocorre em dez anos:

BENS DEPRECIÁVEISPRAZO DE VIDA ÚTIL (EM ANOS)
Máquinas e aparelhos de ar-condicionado.10 anos
Máquinas de lavar louça, para limpar, encher, fechar, arrolhar, capsular ou rotular ou secar garrafas.10 anos
Outras máquinas e aparelhos de elevação, de carga, de descarga ou de movimentação.10 anos
Outras máquinas e aparelhos de terraplenagem, nivelamento, raspagem, escavação, compactação, extração ou perfuração da terra, de minerais ou minérios.10 anos
Máquinas e aparelhos para colheita ou debulha de produtos agrícolas.10 anos
Máquinas de ordenhar e máquinas e aparelhos para a indústria de laticínios.10 anos
Máquinas para limpeza, seleção ou peneiração de grãos ou de produtos hortícolas secos; máquinas e aparelhos para a indústria de moagem ou tratamento de cereais ou de produtos hortícolas secos.10 anos
Máquinas para preparação de matérias têxteis, máquinas para fiação, dobragem ou torção, de matérias têxteis e outras máquinas e aparelhos para fabricação de fios têxteis.10 anos
Máquinas e aparelhos para preparar, curtir ou trabalhar couros ou peles, ou para fabricar ou consertar calçados e outras obras de couro ou de pele, exceto máquinas de costura.10 anos
Máquinas de contabilidade.10 anos
Máquinas para fabricação de cordas ou cabos.10 anos
Prazo de vida útil de maquinas e equipamentos (em anos)


Outros exemplos de bens que estão nas tabelas da Receita Federal e têm seu prazo de vida útil declarados são:

BENS DEPRECIÁVEISPRAZO DE VIDA ÚTIL (EM ANOS)
Animais vivos das espécies cavalar, asinina, muar, bovina, suína, ovina e caprina.5 anos
Galos, galinhas, patos, gansos, perus, peruas e galinhas-d’angola.2 anos
Instalações.10 anos
Edificações.25 anos
Cartões magnéticos.3 anos
Veículos para inspeção e manutenção de vias.10 anos
Veículos automóveis para transporte de mercadorias.4 anos
Prazo de vida útil de ativos (em anos)


Portanto, o prazo de vida útil em anos dos ativos que mostra o tempo de depreciação deve seguir as determinações da Receita Federal. Já que eles estão disponíveis pelo artigo 305 do RIR/99.

O que são ativos e ativos imobilizados?

Os ativos e passivos são essenciais para a gestão empresarial e saúde financeira de uma companhia.

Dessa forma, os ativos são os bens e direitos de uma empresa que geram valores monetários para ela. Já os ativos são as obrigações empresariais, ou seja, as dívidas que culminam em saída de dinheiro do caixa.

Há inúmeros tipos de ativos dentro da contabilidade e aqueles que são mais recorrentes para a taxa de depreciação de máquinas e equipamentos são os ativos imobilizados.

O CPC 27 é o responsável por definir ativo imobilizado que é um bem tangível, isso é com forma física. Esses ativos têm o objetivo de serem usados para a produção de bens e serviços, para aluguéis de terceiros ou fins administrativos.

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Como calcular a taxa de depreciação de máquinas e equipamentos?

Quando uma empresa adquire um ativo, ou seja, os bens e direitos de uma empresa que se convertem em valores, ele naturalmente perderá seu valor com o passar do tempo.

Ou seja, quando a companhia comprou um bem no ano de 2017, em 2022 ele terá um valor de mercado menor do que aquele que foi comprado.

Calcular o valor da depreciação precisa considerar as regras do Imposto de Renda, de modo a não feri-las. Já que esse órgão estabelece os percentuais de vida útil de diversos ativos.

Além disso, esse cálculo apenas traz benefícios para os empresários, principalmente para os produtores rurais que querem garantir a qualidade de suas máquinas e não perdê-las. O que gera estratégias de investimentos para que os ativos não alcancem altos níveis de depreciação e prejudiquem a empresa ao quebrar ou não serem mais viáveis para uso.

Assim, calcular a depreciação garante saúde e estabilidade financeiras ao mostrar o momento em que um bem precisará de trocas ou de reparos. Ou seja, com o valor encontrado pela fórmula de depreciação, encontra-se o custo final do ativo para auxiliar nas tomadas de decisões em relação a sua substituição.

Conhecer e calcular a depreciação tem o objetivo de que a empresa conheça as despesas com ela e que em algum momento terá que substituir os bens. Fazendo com que a companhia guarde recursos para essa finalidade.

Controlar as taxas de depreciação garante uma gestão empresarial, financeira e patrimonial eficiente que controlará a manutenção preventiva e corretiva dos bens. O que culmina na redução de custos e prolongamento da vida útil dos ativos imobilizados.

Fórmula fixa para encontrar a taxa de depreciação

Dessa forma, para encontrar o valor do calculo da taxa de depreciação de máquinas e equipamentos, o gestor precisa seguir uma fórmula fixa.

Essa fórmula se caracteriza por envolver o custo de aquisição que é a nota de compra e o valor residual e os anos de vida útil. Esses dois últimos são estimados pela empresa. Sendo assim, a fórmula fixa da depreciação é:

  • Depreciação anual = (custo de aquisição do ativo – valor residual)/ anos de vida útil.

As diferenças entre depreciação fiscal e depreciação gerencial

Para calcular a taxa de depreciação de máquinas e equipamentos, o gestor precisa conhecer e saber qual tipo de depreciação aplicará. Pois há a depreciação fiscal, ou contábil, e a depreciação gerencial.

A depreciação fiscal reduz o valor do bem a zero após certo período de tempo que a Receita Federal estipula. Além disso, empresas com o regime tributário Lucro Real são as que usam esse tipo de depreciação.

Ou seja, a depreciação fiscal se volta para atendimento ao Fisco e deve seguir o que postula o anexo II da IN 1700/17. É ela que considerará as taxas de depreciação que a depreciação máquinas e equipamentos é, geralmente, de 10% ao ano.

Já a depreciação gerencial é utilizada pelas empresas para gerenciar seus ativos disponíveis. Isso significa que seu cálculo mostra o momento em que o bem precisa ser trocado para gerar bom desempenho nas operações empresariais e industriais.

Afinal, máquinas e equipamentos desgastados prejudicam toda a cadeia de produtos. Com isso, a depreciação gerencial é a responsável por determinar o valor de revenda de um ativo e isso ao encontrar um valor que seja compatível com o de mercado e com o estado do bem após sua depreciação.

Métodos para calcular a taxa de depreciação de máquinas e equipamentos

Todo bem sofre depreciação, não importa qual é a sua finalidade ou composição. Assim, desde o momento em que a empresa adquire esse produto, o valor o qual ele será revendido começa sua redução. E esse processo de depreciação de seu preço se relaciona com sua qualidade de funcionamento, uso e redução do período de vida útil.

Dessa forma, há muitos métodos para calcular a taxa de depreciação dos ativos, dentre eles o mais comum é a depreciação linear. Mas também há a depreciação acelerada.

Depreciação linear

A depreciação linear segue o conceito de usar a taxa de depreciação a cada ano e com o mesmo valor. Ou seja, se todo bem sofre depreciação, a linear mostra que essa atividade acontece de modo uniforme dentro do período de tempo.

Por isso, as empresas usam mais esse tipo de depreciação em seus cálculos de despesas e perda de valores de ativos. A fórmula para calculo da depreciação linear considera a desvalorização por uma ótica mais simples ao mostrar a depreciação como algo proporcional e linear. Sua fórmula é:

É por meio desse cálculo que o gestor identificará a depreciação anual dos seus ativos. Cada ativo tem um tempo de vida útil estimado, taxa anual de depreciação e valor residual, por isso cada bem terá sua própria taxa de depreciação anual.

Além disso, seu valor nunca será zerado e o valor residual é o valor que mostra quanto o ativo continuará valendo mesmo após o momento que se esgotar. No entanto, o valor residual e de vida útil são estimados pela própria empresa e ela pode decidir que seu valor residual será zero.

Depreciação acelerada

A depreciação acelerada tem sua realização em uma frequência maior do que a linear. Assim, acontece com maior frequência no primeiro ano e vai reduzindo gradativamente. Isso ocorre porque ela usa um ponto de vista diferente para considerar a vida útil de um ativo.

Dessa forma, a depreciação acelerada postula que as maiores despesas que um bem dará para a empresa ocorrem nos primeiros anos. E isso após a empresa comprar esse ativo, pois a eficiência desse ativo é maior de acordo com o quanto mais novo ele é.

Ferramentas para calcular a depreciação máquinas e equipamentos

Com o avanço das tecnologias, cada vez mais surgem no mercado softwares e planilhas para auxiliar com o calculo da taxa de depreciação dos ativos. Esses softwares são dos mais simples e menos sofisticados até mais complexos.

No entanto, a contabilidade da taxa de depreciação é fundamental para as empresas e, na maioria das vezes, elas precisam de ajuda especializada. Por isso, o grupo CPCON é especialista em auxiliar companhias com questões contábeis e seus profissionais são mais do que qualificados para calcular a depreciação de máquinas e equipamentos.

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